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Metas para 2018 e a tal de felicidade.

09 janeiro 2018 Nenhum comentário
Every day is a fresh start.
Eu já me convenci de que não dava certo com metas, mas então eu aprendi que elas não são o meu objetivo, mas sim uma prévia dos caminhos que eu quero começar (ou continuar) a trilhar. Elas funcionam como uma perspectiva, que podem ser alteradas a qualquer instante, e que dificilmente serão esquecidas (dessa forma, pelo menos).

Então, apresento as minhas metas:

Levar uma vida mais saudável:
Isso inclui voltar ao exercício (academia e caminhada) e mudanças na minha alimentação (mudei alguns hábitos em 2017, mas não é nem o começo).
E quem sabe, começar natação e perder o medo da água!

Fazer terapia:
Eu sei que preciso! Há anos venho protelando, e isso quase não deu certo em 2017. E agora, formada em Psicologia, nada mais justo, não?

Continuar estudando:
Sim, não vou abandonar as salas de aula.
Esse ano vou me inscrever em uma outra graduação, que é uma preparação para o meu futuro (e meus grandes sonhos, que um dia trarei um texto explicando).
Isso significa que eu continuarei fazendo cursos externos. Achei um de "Jornalismo" em uma faculdade conceituada, e cogito fazê-lo.
Continuarei no coreano, mesmo com a primeira bomba que levei no semestre passado.

Cuidar mais de mim (e dos outros):
Não ser tão desleixada comigo. O tempo é curto, mas não pode me controlar dessa forma... Vou fazer mais com menos (em questão de tempo, de dinheiro... Tudo!).
Dar mais atenção ás minhas prioridades.
Atentar a minha saúde e a dos meus familiares.
Ser mais autoconfiante.

Treinar minhas habilidades (ou a falta delas):
Com calma, sem pressão! Pois eu quero aproveitar cada momento desses.
Isso diz respeito ao violão, ao piano, ao inglês, ao coreano, ao ser beta e escritora...
Pretendo trabalhar a minha não-habilidade em design!
E em menor escala, perder o medo de cantar em casa. Pois não é como se eu fosse um fracasso cantando, eu só não sou muito boa, mas me deixa feliz, então vamos!

Trabalhar meu receio de falar em público:
No meu TCC eu vi um outro lado meu, um lado que não se conteve em falar em público e apresentou um trabalho que valeria a minha graduação. E não é que deu certo?
Então acho que eu devo dizer o que tenho a dizer pro mundo. E se para isso eu preciso passar por alguns cursos de oratória, eu faria! Tenho dois em vista, vou verificar o investimento e pretendo fazer nesse primeiro semestre, pois vai me ajudar muito!

Viajar mais!
Viajar é amplo, mas digo, eu quero conhecer melhor São Paulo, quero viajar pro interior. E meu maior sonho para esse ano é um intercâmbio em Seul, e eu estou trabalhando meus pais para isso, pois eles não querem que eu vá.
Tenho ai projetos de três viagens maiores, ainda esse ano, mas veremos se dá certo.

Investir melhor!
Eu não pretendo trabalhar esse ano (mas tenho em vista algumas oportunidades, e se rolar, eu vou!), mas temos os bicos que faço, e o pouco que eu ganhar, preciso investir para render.
Pois não posso depender sempre dos meus pais e da minha madrinha.

Ser mais organizada/minimalista:
Eu acredito que seja algo possível, basta eu me dedicar. Pois (como aprendi com a 선생님 ), quem quer faz! E eu não fiz muta coisa esses últimos anos. Perdi muitas oportunidades, pois não tinha espaço nem para aproveitá-las, nem para percebê-las.

Ser voluntária!
Não sei bem como, onde, quando. Mas eu quero!
Penso bastante em orfanato, em trabalhos manuais... Mas sem pressão ou rotina inflexível, pois eu quero estar bem para ajudar os outros.

Quero me tornar uma pessoa melhor. 
Com mais propriedade de mim mesma!
Quero me tornar a melhor versão de mim!

Mas me digam vocês, quais são as metas e prioridades para 2018?
Estão confiantes de que farão o melhor por vocês mesmos?
Espero que a gente plante e colha bons frutos esse ano, e que seja surpreendente. Pois muito melhor do que criar metas e estabelecer prioridades é se surpreender sendo feliz com o inesperado.


Querido 2018,

02 janeiro 2018 Nenhum comentário
Fonte: Google Imagens.
Acho que quando a gente para de tentar impressionar o mundo, e começamos a ser nós mesmo e a nos descobrirmos diariamente, é ai que impressionamos de verdade.

Diferente do que previ, 2017 passou, e eu fiquei. Fiquei mais forte, formada, menos ingênua e um pouco mais leve...

Foi um ano difícil, não pela faculdade (não só!), como todos pensam, mas porque a vida me deu uma espécie de rasteira (da pior possível)... Eu nunca me senti pior (a não ser quando sinto falta do meu falecido tio...), e o pior é não saber o que fazer com isso! Até agora eu não sei. Mas vou seguir os conselhos de um mentor especial: Siga seu coração, se ele diz para você ser boa, mesmo que doa, seja boa!

Então eu vou deixar um pouco a raiva e o lado racional de fora e focar nas coisas boas. Tem tanta coisa boa no mundo, tantas oportunidades, tantas aventuras (sem necessariamente, precisarmos precisarmos abrir mão de todo o resto...), tantas pessoas interessantes a conhecer...
Não tenho tempo!
E se não tenho tempo, preciso viver mais cada minuto.

Agora sobre o blog, voltarei (já que passou o ano final da graduação). Não postarei todo dia, mas quem sabe de 2 em 2 ou 3 em 3 dias...

Teremos posts em inglês e lá para o meio do ano, em coreano (coisas bobas, claro).

Espero que 2018 me dê a chance de viver de verdade e sem arrependimentos!

Gostaria de ter jeito de escrever mais, mas é que a Coco Chanel (uma das gatas dos meus primos) deitou em cima de mim e do note, logo, impossível escrever, ela me rendeu com suas garrinhas e se ajeitou para dormir. Então pararei por aqui.
Segue fotinho dessa coisa linda!

Por isso, conte-me nos comentário como foi sua viradas de ano, quais seus planos, o que você espera de 2018 e o que está disposto a fazer para ser um ano bom...

Em breve, postarei sobre metas 2018, coisa boba, mas farei!
 

2017 e suas maravilhas!

24 dezembro 2017 Nenhum comentário
A gente tem que usar e abusar das possibilidade de uma vida fantástica!

2017 foi um ano e tanto!


Eu passei por muitas provações, e me surpreendi ao descobrir que a Faculdade não seria a minha maior delas...

Eu me afastei de amigos, de velhos hábitos, desacreditei dos sentimentos e me tornei mais cética quanto a relacionamentos... Mas ao mesmo tempo, nunca fui tão viva!

Nunca exigiram tanto de mim... Nunca me deram a chance de fazer tanto, com tão pouco.

Eu toquei vidas e mudei. Nem de longe sou a ingênua menina de 17 anos que foi para faculdade com medo do trote no primeiro dia (trote esse, que nem teve!). Como eu era tola...

Conheci pessoas incríveis, e pessoas das quais nem me lembrarei o nome no ano que vem, mas que marcaram a minha vida, seja de forma positiva, seja de forma negativa...

Tive meus dias ruins, com frequência, nos quais tive a oportunidade de reinventar meu mundo e me forçar a dançar em plena dor de cabeça (nem sempre no sentido literal). Nesses dias as coisas ganhavam outros sentidos e se apresentavam diante de mim de forma esplêndida! Aprendi a ter paciência e respeito com a minha vida.

A universidade foi uma das melhores experiências da minha vida, me fez renascer como pessoa, deixar de ser só Gente, e passar a ser humana de verdade. Eu ouvi coisas que me deixaram angustiada, que me desafiaram a alma, que me forçaram a abandonar minha pouco autoconfiança, que destruíram minhas bases, retiraram minhas lentes distorcidas e desfocadas e me apresentaram um mundo hostil e lindo por si mesmo. Como pude não vê-lo por tanto tempo?

E você? Que tipo de mundo tem visto?
Já experimentou vê-lo do avesso? E de conta cabeça? É divertido, de certo modo. Não se assuste!

Ser gentil é obsoleto?

15 dezembro 2017 Nenhum comentário
 Misture-se com pessoas de bom coração.
O que falta no mundo é gentileza, Kim?

Andando por esses caminhos tortos foi o que pude perceber. Todo mundo grita, mas ninguém se escuta. Dói e a gente acelera frente aos muros que criamos. Os destruímos e compramos mais concreto para construir um mais forte, maior.

Quando foi que nos tornamos tão fixados em nos tornamos a nossa pior parte? É uma espécie de desafio que nunca me comunicaram? Não quero ser convidada a andar na linha dessa vida desumana. Não quero me agredir mais do que já me feri. Já não é fácil naturalmente, se ainda formos agentes do nosso pior, não acho que sobre muita coisa, a não ser, nossos cacos.

Ser gentil é obsoleto? Será que eles sabem, Kim, da sensação gostosa que toma nosso coração e se espalha por nossas terminações nervosas quando sorrimos para alguém, ou quando respeitamos quem nós mesmos somos?

Será que algum dia eles se permitiram chorar livremente sem julgamentos, olhando para fora e pra dentro, em um conflito delicioso de ser humano, de ser algo sem definições?

Não sei até quando vou saber caminhar sozinha, Kim. O mundo continua sendo nocivo, e eu continuo não sabendo muito bem como reagir. Nem ao menos sei me proteger, como posso durar lá fora, se as regras do jogo são tão distintas e nem fazem sentido?

Eu continuo me sentindo meio sozinha e perdida nesse universo de muros, amedrontada o suficiente para não me livrar dos próprios que construí em volta de mim...

Eu sou uma pessoa ruim? Não quero machucar ninguém, não mais. E muito menos tirar ou deixar de ser a possibilidade do melhor de outro alguém. Ás vezes a gente é um start na história de alguém, somos um momento, um personagem, que coloca uma existência de volta aos seus trilhos e passamos a vida inteira sem saber, sem apreciar o quão lindo é o destino, o quão emaranhados estamos.

Agora acho que ainda acredito, Kim.

Não estamos sozinhos, só estamos com os olhos fechados a tempo demais para conseguir ver isso.

E aqueles que não sabiam voaram, se lançaram!

14 dezembro 2017 Nenhum comentário
Cada um de nós tem aquele nó deixado por alguém. — Clarie, 1992.
Min, será que serei capaz de sorrir amanhã? O frio está de bater os dentes, e dentro de mim queima um misto de emoções angustiantes; me sinto caindo, me sinto sufocada... É como se eu tivesse dado o primeiro passo em direção ao abismo. E entrei no automático, já não controlo todo os meus movimentos, mesmo sabendo que aquela direção pode ser o meu fim, afinal, eu não sei voar.

Eu tenho medo da altura, Min! É assustador. Você também subiu alto demais para poder voltar, não? Mas você parece tão decidido, tão forte, mesmo nas suas fraquezas... Queria poder ignorar minha vulnerabilidade e aproveitar a queda livre, mas sou covarde demais para abrir mão de mim mesma, sou imatura demais para investir em um salto maior do que eu costumo dar. Não terá ninguém do outro lado, certo? Nunca tem. E você sabe bem disso.

Se eu for, irão lembrar de mim? Não me dê esse sorriso de canto, é evidente que todos lembrariam de você, mas eu não deixei nenhum legado artístico ou abstrato para milhões como você fez. Você foi forte o suficiente para cair e alçar voo contra tudo e contra todos. Você foi além, Min, você luta todos os dias contra si mesmo, contra seus medos, seus traços disfuncionais... Não ter asas não te impediu de conseguir voar e espalhar o que você é pelos quatro cantos do mundo. Mas fazer isso sem talento ou companhia não é inútil?

O que será que tem do outro lado, ou lá embaixo?

Será que é melhor do que eu tenho aqui dentro de mim?

Acho que nunca vou saber, certo? A menos que eu feche os olhos e sinta em todas as minhas células, que não compensa ficar amedrontada e parada, se eu posso aproveitar uma chance nova de me libertar de mim mesma e perder totalmente o controle dessa vida tão humana e frágil.

Somos todos frágeis, Min; você me ensinou isso, e através das teclas do piano você tocou meu coração com sua essência, evidenciando que é na nossa fraqueza que habitam o nosso forte.

TAG: Os últimos!

29 julho 2017 1 Comentário
E o acaso, bem, ele nos traz alguns presentes de vez em quando. Kelly Mathies
Faz muito tempo que não trago nenhuma TAG, não é mesmo?
Essa eu achei por acaso no blog da Geórgia (Noitecer), deem uma passadinha lá e confiram as respostas dela, ela tem bom gosto!
Regras: 
Repassar para 5 blogs de sua escolha e avisá-los.
Não adicionar novas perguntas.
Somente respostas verídicas.
  • A última série que você viu: Drop Dead Diva
  • O último filme que você viu: Um espaço entre nós
  • A última pessoa que você viu: Meu pai
  • A última música que você ouviu: Lonely (Sistar)
  • O último grupo favorito: BTS (always)
  • A última roupa que usou: pijama
  • A última coisa que comeu: Batata cozida
  • O último doce que comeu: bis branco
  • A última conversa no WhatsApp: com a Paulinha
  • A última viagem: Araçatuba (?)
  • A última paixão: Kim TaeHyung ♥
  • A última frase: "Eu amo essa mulher!" (sobre: Ana Cláudia Quintana)
  • Última ligação: minha mamis
  • Último blog visitado: Swacre (link)
  • A última aba do navegador: Tumblr
  • O último esmalte: Preto (Impala)
  • A última coisa que bebeu: água
  • O último livro: "A morte é um dia que vale a pena viver". Recomendo! Assistam essa mulher:

Deixo a TAG em aberto, fiquem a vontade para responder, por favor peço que deixem o link aqui para podermos visitar. E caso queira, pode responder a TAG no comentário também, vou adorar saber suas respostas!

Sobre Formatura, Viagem e Planos.

26 julho 2017 3 comentários
Realmente a própria companhia na verdade é a solidão bem vestida...
Hoje estava respondendo mais um comentário sobre Festa de Formatura, que postei ano passado (AQUI) e vim compartilhar com vocês minha decisão (antiga). 

Pois é, eu optei por não ter festa de formatura com a minha turma, e também por não participar da festa. Os motivos? Bom, lá vai.

  1. Minha turma não se dá bem: cruel dizer isso, mas é a realidade e eu não me engano. A maioria lá se mataria, se pudesse...
  2. Dinheiro: é muito caro, mesmo parcelando, e não é como se eu fosse uma pessoa festeira... Até mesmo para participar da festa como convidada é pesado no bolso (R$300,00 acho).
  3. Dia: eu não tenho como saber se eu estaria bem ou não para aproveitar o dia da festa. E se eu viajo? E se eu arrumo um emprego? E se eu adoeço? Tudo isso contou na minha decisão...
  4. Prioridades: como não sou de festa, obviamente isso não está no topo da minha lista de vontades ou metas... Viajar é o que mais me interessa, e me graduando é uma boa oportunidade para convencer aos meus pais para bancarem a minha viagem à Seul, mesmo que seja só 10 ou 15 dias, para que eu conheça o lugar que tanto me atrai a atenção...
  5. Parcelas: ainda parcelando a festa, e guardando dinheiro para o "dia" (vestidos, cabelos, maquiagens, transporte...) ainda assim ficaria pesado, pois não tenho condição de desembolsar R$500,00 reais por mês para não me enforcar no último mês do pagamento sabe.
  6. Valeria a pena?: Para mim, não!

Eu não estou arrependida e nem triste. Estou angustiada pois eu falo e falo sobre a viagem com meus pais e eles desconversam, falando que queriam que eu fizesse a formatura... Mas não é o que eu desejo, sabe. E acho que eles vão acabar cedendo. Tudo depende desses próximos 6 meses, em como eu vou me sair, se vou passar sem nenhum DP ou exame (por 5 anos!); se eles perceberão o quanto estou envolvida com minha formação e com meus cursos, se eu tirar boas notas; se eu demonstro saber me cuidar sozinha, e cuidar da minha saúde... Enfim, o meu crescimento acadêmico e como pessoa. Eu farei o possível para conquistar a confiança e o investimento deles.

E vocês, fizeram festa de formatura ou participam de uma? Gostaram? Ou optaram por outro plano, como eu estou tentando? O que acharam da minha decisão?

E se esse for o meu adeus?

22 julho 2017 Nenhum comentário

E se esse for o meu adeus, você estaria lá?
Você ficaria até o final? Aguentaria ver as cortinas do palco descendo e levando consigo os míseros traços da minha vã existência? Eu já não estaria mais lá para você, mas por você.

Eu não poderia mais te abraçar apertado e dizer coisas idiotas que te arrancariam o riso fácil, eu não poderia mais mentir olhando nos seus olhos para não te fazer mais mal do que o mundo estava fazendo, eu não poderia mais fingir fragilidade para que você se sentisse útil... Eu não poderia mais, mas ainda assim se eu pudesse eu faria.

Eu estaria um passo a sua frente, não porque eu daria as costas à você, mas porque estando a um passo a frente, eu saberia o que estava por vir e estaria preparada por você. Eu não me esconderia atrás dos muros mal acabados que me afastaram de você durante os encontros saudosos... Não mais seguraria minhas palavras que te intimidariam ou deixariam sem graça. Eu amaria ver-te sem graça. Eu desejaria com todas as minhas forças que mais alguém o fizesse por mim quando eu não mais puder, para que seu riso não cesse, para que sua criança não suma... 

Quando eu for, não me siga... Você ainda tem coisas a resolver. Nunca deixamos nossos compromissos pendentes e sumimos, não é o nosso estilo. Ficamos combinados assim. Você impressiona dai, e eu aplaudo daqui mesmo.

Siga e um dia podemos nos reencontrar. Pode ser que você me encontre na janela de uma casa simples, no desenho de uma mochila infantil, nas notas de uma música acústica, no chacoalhar do brinquedo do seu neto, ou ainda na folha de uma árvore velha e com nódoas... Sorria para mim, pois eu estarei sorrindo para você, como me privei de fazer quando estive ao seu lado, não por maldade, mas por pura ingenuidade e timidez.

Não quero que me esqueça! Posso não ter medo da morte, mas ainda temo ser esquecida.
Se possível, me ame e perdoe, mas eu não poderei ficar com você até que certa noite chegue. Eu serei arrancada dos seus braços, quando você nem ao menos imagina que me tem neles. Eu nunca confesse, não é mesmo? Eu teria feito melhor se soubesse que um dia não poderia mais. Eu teria te tirado para dançar sem música em meio a um supermercado cheio e passaria a vergonha de ser feliz com você no meio da multidão cotidiana, porque é nas coisas simples da vida que você me levou consigo, que você me tirou para dançar primeiro.

Eu não pretendia te fazer sofrer, eu não valho a pena, sabe? Embora você vá tentar me convencer ao contrário até o nosso último "até logo"; eu nunca vali! Como posso ter tanta certeza disso? Pessoas que não valem tudo isso, normalmente encontram o que "tudo isso" significa, tem "tudo isso" na vida, assim como tive a chance de esbarrar em você. Foi por acidente, meio atrapalhado e sutil... 

Na hora certa já será tarde demais, e ai o que de mim se for, espero que em ti permaneça. Faça-me o favor e me leve contigo, em cada pedacinho do ser humano que você é, em cada fraqueza que sentir, em cada lágrima que derramar, que enfrente as minhas lutas como se fossem suas, me mostre pro mundo no brilho dos seus olhos quando alguém precisar... Não me vire as costas, e continue a caminhar, até que tenhas confiança em ti para voar; eu estarei do outro lado (seja lá onde isso implique estar) torcendo por você, esperando por você para podermos brincar.

E quando o nosso último adeus tiver passado, não se negue a olhar para trás, mas tampouco fique por lá, pois eu não estarei naquele tempo, estarei onde temos que estar. Eu estarei exatamente onde precisaria estar. Brincando no tempo e na existência que nunca discutimos a céu aberto.

Em meu ultimo ato eu deixarei surpresas para você, para caso não cumpra o combinado de sorrir atoa e rir pelo caminho. Saiba que eu cada surpresa terá um pouco de você, um pouco de mim, um pouco de vida.

"Turistando" em Sampa

16 julho 2017 4 comentários
Soltei as rédeas da situação e não vou me amedrontar. Aprendi hoje, que como o passarinho, a gente também pode voar.
Como estou de férias estou determinada a conhecer alguns locais de São Paulo com a minha unnie. Não temo dinheiro, mas vamos tentar ir em todos mesmo assim, nem que seja só por conhecer sabe?
Se você espera lugares inesperados e radicais na minha lista, não perca tempo... Será bem clichê mesmo, para iniciante na própria cidade.
Para início de passeio, pensei em ir nesses lugares, mas caso tenham algum para indicar, fiquem a vontade!

BOM RETIRO
Nem preciso dizer que quero conhecer T-U-D-O desse lugar, certo?
Andei lendo algumas coisas e tem muito lugar cultural ali perto, além do comércio.
Ao que tudo indica, a lindinha Gabi (acho que é esse o nome dela... Só sei o user do twitter ok!) vai me acompanhar nesse primeiro contato com o Bom Retiro. É uma ótima oportunidade para conhecê-la pessoalmente *-*
E sim, quando eu for lá comprarei o dicionário coreano de que eu tanto preciso! E vai ter muita foto e comemoração, porque são quase 2 anos nessa de "vou comprar... Ah deixa para depois...".


LIBERDADE
Meu caso com a Liberdade vai ser bem interessante, porque na única vez que realmente andei por lá, com a unnie, nos perdemos na chuva e com 1 hora para fechar a loja que queríamos conhecer... Pois como podem ver, foi uma aventura!
Eu ainda não sei andar lá, mas eu e a unnie voltaremos a passear por aquelas ruas, vamos um pouco mais cedo dessa vez para podermos aproveitar bastante...
E há planos de minha prima me levar para conhecer o restaurante favorito dela, era para ter sido nessa última terça, mas infelizmente estou dura (pobre de "marré deci" kkk parei), e vou ter que remarcar esse encontro (mesmo estando com muita saudade dela!). E ela topou me levar para andar um pouco por lá, para que eu vá me familiarizando.


BECO DO BATMAN
Eu tenho muita curiosidade sobre o Beco do Batman, já vi muitas fotos de lá, mas sei que não vai acontecer nada demais... Iremos andar por lá, apreciar um pouco e voltar logo, mas valerá a pena...

AVENIDA PAULISTA
Adoro ir na FNAC, na livraria Cultura... Mas eu de fato não conheço quase nada, e quero explorar todos os pontos legais dessa Avenida, sei que em 1 ou 2 idas seria impossível de aproveitar de verdade o passeio, então ao longo dos meses eu vou descobrindo um pouco mais dessa referência paulista.

 

 




Estudando Coreano. (Part. 1)

12 julho 2017 2 comentários
Os créditos da foto não são meus, eu nem sei de quem é, mas é linda!
Parecia que eu estava sabotando a minha própria vida.
Bom, como já comentei aqui, desde o ano passado eu venho estudando coreano e nesse post vou trazer um pouco sobre como foi o meu primeiro semestre (nível) cursando no Centro Cultural Coreano.

Primeiramente, para quem não conhece, o Centro fica próximo da estação Santa Cecília (linha vermelha), e é realmente muito próximo, em questão de 5 à 10 minutos, é muito bem localizado até. Fácil acesso e fica em uma área gostosa de se apreciar (pelo menos para mim, que não moro lá ou estou acostumada...).

Como fiquei sabendo do

Centro Cultural Coreano?

Bom, eu estava passeando pelos videos no Youtube, sobre Kpop e acabei achando um vlog de uma blogueira (não lembro quem é...) e ela estava mostrando o Centro, falando que cursava coreano lá... Enfim, eu me interesse e fui atrás do site, porém naquela época eu trabalhava como Professora e não podia cursar o nível 1 que era (é) de tarde. Mas assim que sai do trabalho eu já fiquei ansiosa para visitar, fui lá umas 3 vezes para me inscrever (nunca era a hora...) e quando finalmente consegui realizar a inscrição e pegar o material, eu morri de amores e fiquei mais ansiosa ainda.

O curso: duração, custo...

O curso Sejong Hakdang ( 세종학당 ) é gratuito, isento de mensalidade, porém temos uma taxa anual de sociedade com o curso (R$ 25,00 até Janeiro/2017 pelo menos), que nos dá "Livre" acesso as inscrições nos cursos oferecidos lá, assim como acesso a biblioteca. Pagamos apenas o material, 1 apostila (com CD) por semestre, que custa R$30,00 (confirmei essa semana).

O curso é semestral e tem 8 níveis (mas atualmente só temos até o 7º em "operação" - esse semestre não temos o 6º ativo), ou seja, teoricamente são 4 anos de estudo. E coloca estudo nisso. É muito difícil, se você chegar lá achando que vai ser Kpop e doramas para todo lado, você vai dar de cara na parede (muitas vezes!), porque é realmente um curso sério e de muita qualidade, oferecido por professores e profissionais maravilhosos, que estão interessados em ensinar e mostrar não só o idioma deles, como a cultura! É algo difícil, mas apaixonante.

Para o meu pai seriam só 6 meses... Coitado, já estou indo para o 4º nível, ou seja em dezembro completarei 2 anos de matrícula no curso, e não me arrependo e nem pretendo sair. Admito que os horários são um pouco complicados, pois os cursos (em sua maioria) são de tarde. Esse ano eles estão começando a ampliar horários para o sábado, mas ainda é difícil encaixar esses horários com a rotina de quem estagia, trabalha ou estuda... Mas mesmo assim, tem alunos muito interessados. Minha sala mesmo é um exemplo, a gente se desdobra em 20 para se manter no curso, para não faltar (lição nº1: Nunca falte, a menos que esteja "morrendo", porque faltar vai dificultar a vida para entender aquela aula preciosa que você perdeu, vai por mim, experiência própria...). Incentivos não faltam (e são TANTOS, que vou deixar essa parte para um próximo post, ok?).

Nos próximos posts eu irei explicando minha história no Centro, como começou o curso, colocarei minha experiência e dicas aqui... E responderei mais perguntas frequentes do twitter, quando descobrem que eu estudo coreano (quem vê pensa que eu sei falar, que manjo muito... Mas não! Não se iludam, eu estou engatinhando ainda, eu não tiro total proveito do que eles me oferecem lá -sad, but true- então eu estou bem defasada no meu estudo) isso gera estranheza, admiração e muitas dúvidas e curiosidades... 

Para quem quiser mais detalhes do local em si. Deixarei um vídeo (que achei hoje) mostrando o local, do canal Fighting!

Ah e caso tenham dúvidas, deixem nos comentários, que eu vou respondendo com mais postagens sobre o Centro, o curso, sobre minha experiência lá, os desafios... Enfim, vamos trocar figurinha!

Deixarei aqui as redes sociais que eu sigo do centro, e que são uma boa ferramenta para quem se interessa pela cultura coreana e pelo idioma...




 
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