18 janeiro 2017

Carta de uma recém chegada.

Geração bonita, da alma feia. — Autor Desconhecido.
Carta de uma recém chegada.
Sou aquela velhinha da foto na estante da casa pacata da cidade grande. Quando olham para aquela foto começam a memoriar sobre meus doces, como eu era amável com meus netos, ou ainda como eu era engraçada correndo atrás do meu filho mais velho, para apanhá-lo com a vassoura por algo que ele fez - mas jurava que não…

Minhas dores não ficaram estampadas nas fotos e nem rabiscadas no desbotar das paredes da minha casa, que ficou para o neto mais novo. Nenhum deles sabe que minha vida não foi das mais belas, mas foi das mais vivas, admito. Houve tempos em que chorei, mas não viram; houve tempos em que quis desistir de tudo, mas por cada sorriso dos meus filhos e netos, me pus a continuar; eles mal desconfiam, que essa velhinha foi uma mulher muito requisitada.

Trabalhei mais do que minha mãe julgaria saudável e mais do que meu pai acharia de bom senso... Conheci dois amores da minha vida, além dos meus meninos; um se foi antes que pudêssemos firmar um olhar, e o outro... Bom o outro ficou, fez morada e partiu antes de mim, para depois vir me buscar, um cavalheiro a moda antiga, eu diria. Quando fiquei sozinha, não estive solitária, meus meninos me mostraram que havia muito o que ser feito, então ainda assim vi nascimentos, fui a velórios, visitei pessoas que nunca mais chegaria a ver em vida; e a dor foi se acomodando, foi criança raiz mas ficando suave.

Era possível lembrar de tudo, mas agora eu sei de muito mais! Sei que fiz o que pude e disse o que devia dizer a quem queria me ouvir. Não dei tanto trabalho assim, não sou tão difícil de ser amada, já que não peço por isso... E agora todos pensam mais em mim do que eu gostaria, não é muito saudável me colocar no meio das tarefas chatas da rotina, por favor, me levem para dançar, para conhecer lugares novos, aos quais minhas pernas frágeis não puderam chegar por chão. 

Sei que não serei esquecida, pois família passa de pai e mãe para filhos, e família é muito mais do que só sangue, engloba vizinho, professor, amigos, parentes dos amigos; até que quando viu, já tem um bairro todo sentindo nossa energia, e quando a gente parte, parte da gente fica com cada um deles, eles vão distribuir tudo o que fomos e fizemos, por onde eles forem; vão fazer valer cada dificuldade e cada riso que desabrochou em vida.

Quem olha aquela foto envidraçada na estante do meu neto menor só vê parte de mim, uma parte bonita e retratável, a parte que eles levam dia a dia, enquanto eu os acompanho daqui, em uma caminha mais longa, e onde minhas pernas não fraquejam tanto, onde minha mão está bem segura, ao lado de quem me esperou partir, para poder ficar.


15 janeiro 2017

Logo eu perdi o risco.

 
Nem tudo é lindo, não é em tudo que consigo ver beleza, mas em você… Ah, em você consigo ver beleza até nas veias debaixo da língua. — M
A guria, cê nem sabe, já desenhei uma arte incrível dos teus olhos no meu coração, destaquei a caneta todo um Futuro só nosso, sem a sua permissão. Em cada tropeço meu eu tento arrancar um riso teu, mesmo que curto, pois o som da sua risada faz um metro e setenta e oito estremecer.

Não se acanhe não, gosto mesmo é de ver seu sorriso e o brincar dos seus olhos por cima do muro, você faz agitar meu coração num ritmo tão seguro e bonito, que me recuso a aceitar despedidas. Se pudesse, te trazia para morar lado a lado, recostando seu rosto em meu peito, em um singelo apelo de que não me deixe pelas manhãs.

Seguramente você nem nota a bagunça que se tornou a minha vida, logo eu, tão centrado e pessimista, fui me deixando levar pela leveza de uma menina que só sabia falar sobre borboletas, paleta de cores e o lado bom de viver e amar. Tu me virou do avesso e fez morada em minha mente, já nem sei quantos de quantos filmes precisaria para passar nossas lembranças, que tem por palco os locais por onde andamos sem presa ao entardecer, de mãos dadas e asas livres.

Gostar deve ser assim, não? Encontrar alguém de bom coração e não querer saber mais de voltar ao que se era. Mas sinceramente me desculpe, meu bem, sou bicho torto e remendado, que não sabe ao certo o que fazer, não tenho o coração bonito, e carrego cicatrizes que o tempo se encarregou de trazer, trago no ouvido alguns sedativos que a vizinhança se incumbiu de fazer. O que me assusta é que mesmo assim não se deteve a me aceitar, não fugiu e nem ridicularizou do meu sonhar. 

Logo eu, pobre menino, que não sabia que o gostar tanto de alguém era o presente mais bonito que a vida poderia me enviar.

14 janeiro 2017

My Runway (Resenha)

Certo rapaz morava na casa da solidão, na rua da tristeza. Vivia de lembranças, mas era egoísta, morreu de orgulho e foi sepultado junto com a saudade. — Jô Costa.
A resenha de hoje vai ser de um mini drama coreano que eu achei acidentalmente no Netflix, enquanto procurava um dorama específico. Confesso que só comecei a assistir pelo Kang Dong Ho e pela sinopse, que me pareceu bem interessante... Não dava muito pelo drama não, mas ele me surpreendeu!
Um modelo egocêntrico e uma aspirante a modelo embarcam em divertidas e inusitadas aventuras ao trocar de vida e de corpo.
FONTE: Netflix.
Não encontrei nenhum trailer, então postarei o ep1 que encontrei no Youtube ok?
O drama tem nomes conhecidos, cantores e atores. Não tenho muito o que falar, pois segui mesmo o Dong Ho, mas confesso que fiquei muito curiosa e encantada pelos modelos que dividem a casa com o personagem do Dong Ho...

Além do meu muso, há também uma queridinha do público, Park Ji-Yeon do T-ARA. Conhecem? Então ela contracena com o Dong Ho; e tiveram uma química ótima e o enredo só favoreceu isso (ao meu ver).



Sinceramente? Não esperava muito, como já disse, mas o bendito do mini drama me surpreendeu; me peguei rindo muito das cenas! Para quem espera bons minutos de riso, e curiosidade absurda sobre os personagens, esse é o drama certo!

Apesar de curtinho e simples, se prestar atenção vai perceber que os temas tratados nas cenas são de extrema importância e estão sempre em discussão, como a vida que os modelos levam, como a saúde e a vida pessoa fica exposta e prejudicada quando se entre nesse meio, como é a profissão de modelo, intrigas, o poder da mídia, o desinteresse escolar, a busca pelos sonhos, questões familiares, homofobia (talvez?), o que seria ser gay nessa profissão... Por ai adiante, sério. E trata tudo com certa leveza, mas de um jeito bem delicado.

Amei cada momento do drama então não me alongarei muito não, para não dar spoiler ok? Assistam, está disponível no Netflix (oh coisa linda!), e venham comentar aqui o que acharam, pode ser? Ele tem duração de um filme praticamente, dividido em episódios curtos, então não precisa ser visto todo de uma vez, caso não queira; embora eu tenha assistido tudo em uma noite, tamanho era meu interesse haha.

Sobre a trilha sonora, tenho que confessar que nem prestei a atenção, então nada a declarar, sorry!

Título: My Runway
Gênero: Comédia, Romance
Episódios: 6
Exibição: 2016
Classificação:

12 janeiro 2017

Um sopro de vida. Uma estrela que brilha no céu!

Temos de ver todas as cicatrizes como algo belo. Combinado? Este vai ser o nosso segredo. Porque, acredite em mim, uma cicatriz não se forma num morto. Uma cicatriz significa: “Eu sobrevivi.” — Caio Fernando Abreu.
Hoje vai ser um desabafo, um pouquinho da dor que senti, pois hoje o dia ficou bem mais nublado, soube que uma menina morreu, mais uma vítima da crueldade do padrões de beleza das sociedades, mas uma jovem que teve sua vida usurpada por pessoas perdidas e padrões distorcidos e manipulados. Dói muito saber que ainda há pessoas que sofrem anos e anos nessa rede horrorosa, esse massacre (que insiste em tentar ser silencioso) que essas pessoas acabam por perder suas forças, que acham que não são suficientes, que não merecem estar no mundo... Que absurdo! Que atrocidade! Estão matando pessoas lindíssimas por mero capricho e desdém. E o pior é que ainda estamos calados sobre isso, ainda somos espectadores desse show de horror; sem querer, muitas vezes, ainda reforçamos tais preceitos...

Hoje, novamente minhas expectativas foram confrontadas, foram sacudidas; será que o humano tem salvação? Será que ainda vale a pena tentar fazer daqui um lugar melhor para se viver? Será que eu ainda valho a pena estar aqui? Levei uns tapas na cara para ver se me mexo, para ver se não perco mais tanto tempo paralisada.

E mais uma vez, pessoas como a jovem Lee Yei me fazem lembrar de que é preciso estar aqui, que não podemos nos ausentar, é preciso não se calar, é preciso lutar por um mundo e lugares melhores, mais dignos; é preciso não desistir das pessoas... Para que isso não volte a se repetir (embora saibamos que vai continuar se repetindo por muitas vezes mais, que isso tudo foge ao nosso controle), mas que precisamos continuar tentando, transbordando o mundo com o que há de melhor, nos transformando no melhor que podemos ser, aceitando os outros (e que não seja só da boca pra fora...). Aceitar que cada sopro de vida é único, especial e essencial, porque de fato o é. Milhões de vezes ao dia, matam pouco a pouco mais um futuro: poeta, médico, músico, sonhador; matamos com palavras, com ações, com violência, com o desdém, com o nosso lado mais cruel. Há quem sufoque os outros e suas esperanças, para que assim se ganhe estabilidade, ou por puro prazer. É tentativa de assassinato toda e qualquer violência contra uma vida, seja do que/quem for. 

Ela se foi pensando e sofrendo com um mundo duro e cruel, vendo o lado mais feio do ser humano; mesmo que ela tivesse os meninos (BTS) como suporte nas suas horas mais difíceis e alegres (como acredito que tinha), mesmo com todo o amor que tinha pelo J-Hope, ela se foi muito ferida, acredito eu. Ouso imaginar o rombo que fizeram em sua infância e adolescência, lhe roubaram seus direitos, seus dias, suas histórias, seus amores, suas futuras amizades, suas horas, seus prazeres, suas lembranças, suas oportunidades e suas possibilidades, seu presente e futuro; e estão soltos, cometendo os mesmo erros e crimes com mais pessoas.

Espero do fundo de coração que Lee tenha tido alguém que estivesse ao seu lado, dizendo que ela era linda, porque estava viva, porque respirava, porque tinha J-Hope em seu coração, porque acreditava em dias melhores (porque quem conhece, ama, segue e admira os meninos do BTS sabe/sente que basicamente tudo gira em torno de ACREDITAR, acreditar em dias melhores, em si mesmo, em um mundo melhor, não desistir, em superação...) Espero que alguém tenha segurado forte sua mão e feito sua alma um pouco mais feliz, que a tenha abraçado e dito o nome dela de um jeito fofo que a fez sorrir, que tenha levado ela para comer algo delicioso pelo simples prazer da sua companhia, alguém que a tenha amado por tudo o que ela era e como era. Espero que ela tenha tido alguém do seu lado, ajudando ela a segurar a barra que foi viver.

Hoje não é apenas um fandom que chora, é todo mundo que tem um coração e consciência do que está acontecendo no nosso mundo, que está de luto. É um luto por uma menina de pouco mais de 15 anos, luto por mais um pedacinho de nós ter ido embora junto dela. E do fundo dos nossos corações nós esperamos que Lee esteja bem, que isso não se repita, que parem de fazer as pessoas sofrerem, nós esperamos que Lee saiba que foi amada, que agora tem muita gente chorando por ela (sem nem conhecermos ela), esperamos que onde quer que ela esteja, que ela finalmente realize seu desejo de se aproximar como ela é/era do seu ídolo J-Hope, e que ela não desista de brilhar; pois ela ficou em cada um que se compadeceu por ela e sofreu pelo que aconteceu.

Vamos combinar assim, você vai ser o melhor que você pode ser, mesmo que não acredite que vai mudar o mundo (pois eu acredito que você pode sim, mudar é algo que acontece a nível discreto também); você vai pensar duas vezes antes de agredir alguém com palavras, vai lembrar de que "Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil!" (Fonte: Extraordinário). Combinado? Acredito em você, e quero que venha com a gente, para que construamos um mundo melhor, que tenha espaço para todos, para todos nossos sonhos, para tudo o que nos é de melhor... Não podemos desistir do nosso lado mais belo, do melhor que temos/somos. Vou fazer por mim, por cada pessoa que conheço e que quero conhecer, e agora por Lee também!

11 janeiro 2017

Tag: 8 coisas...

Deixe que falem, que pensem o que quiserem; se isso faz se sentir bem, que mal tem?
Como a muito não tenho trazido nenhuma TAG, hoje resolvi responder uma que encontrei a muito tempo no Blog da Vic Israel, é sobre listar 8 coisas de acordo com o tópico, achei bem divertido me analisar dessa forma e reviver alguns momentos da minha vida.

1. Conhecer lugares ícones que ouvi ao longo da minha vida (em livros, filmes, família...)
2. Ser reconhecida na área que escolhi atuar
3. Visitar Seul
4. Aprender a nadar
5. Ter um filho (ou dois...)
6. Comprar casa própria e um terreno
7. Deixar um legado bom o suficiente para o mundo
8. Apaixonar-me

1. Meus pais
2. Doramas coreanos
3. Música
4. Comida
5. Desafios
6. Sinceridade
7. Pessoas que salvam vidas
8. Viajar

1. Tomate
2. Cerveja
3. Prepotentes
4. Quem não dá o seu melhor por preguiça
5. Corrupção (em todos os níveis e sentidos, não só no político)
6. Humilhação
7. Falsidade
8. Baratas durante a noite

1. "Qual é o seu problema?"
2. "Ah, quanto mimimi!"
3. "Cê que pensa..."
4. ㄴㅖ("sim" em coreano)
5. 아니 ("não" em corano)
6. "Puta merda!"
7. "Justo!"
8. "Você é bobo?"

Eu vivo muito bem sem, mas lá vamos nós... Prioridades:
1. Moletom
2. Roupas íntimas
3. Pompom para o cabelo
4. Óculos (sou míope...)
5. Chinelo
6. Piranha para cabelo
7. Camisetas estampadas
8. Tênis

1. Notebook
2. Celular
3. Fones de ouvido
4. Livros/cadernos
5. Carteira
6. Ventilador
7. Mochila
8. Cama

1. Goblin / Kill me Heal me (doramas)
2. The Sims (jogo)
3. Divertidamente (jogo)
4. Por lugares incríveis (livro)
5. Simon vs. a Agenda Homo Sapiens (livro)
6. Bones (série)
7. Real GOT7 (série de Kpop)
8. House (série)

Vou mencionar alguns blogs que admiro apenas... A TAG é livre <3
1. Thayline. Blog: Simplesmente Criativa
6. Tequis. Blog: Cantinho da Tequis

E então, o que acharam dessas TAG? Fiquem a vontade, caso queiram responder a essa TAG, e não esqueçam de conferir as respostas da Vic Israel...

09 janeiro 2017

Calendário 2017. Recomeçando com estilo...

Apesar dos apesares me recuso a ser infeliz, me recuso a crer que esse sofrimento é eterno e que a alegria foi passageira. — Clara Brandão
Ano novo chegando e eu já corri para procurar por um calendário ilustrado. Sim, porque não basta ser calendário, tem que esbanjar arte. Ano passado eu fui atrás do Vitor Martins e do Blog Eai Beleza e me apaixonei pelo trabalho que eles fizeram criando os calendários, cada qual ao seu estilo.

Em 2016 o do Vitor teve em cada mês um "desafio" literário, o que deixou tudo mais interessante, mas desse ano foi diferente, ele resolveu nos inspirar através de quotes de livros que ele recomenda. Eu acho que vou gostar bastante!

Já o calendário do Eai Beleza tem ilustrações muito fofas e que aplaudem as diferenças, misturam os estilos que uma pessoa pode ter. Esse projeto é da Karen Bachinii em parceria com o Filipe Rodrigues e ela disponibilizou no blog dela. Achei muito show o fato de além deles marcarem os feriados eles terem marcado o início das estações (sou péssima nisso) e também o fim e o começo do horário de verão. Quer coisa mais prática? Não tem como me perder assim...

Basicamente o meu plano é o seguinte, ter 2 calendários no meu quarto, só não decidi qual vou colocar na parede, e qual irei deixar na escrivaninha para anotações imediatas... O que for para parede eu vou imprimir em um papel mais resistente, para durar o ano inteiro, e ficar bem apresentável, assim eu também evito escrever nele, só para consultas, e escreverei só no da mesa mesmo. Ficará mais organizado.

Eles não tem obrigação alguma de disponibilizar os calendários de graça para galera, mas ainda assim o fazem, então vamos reconhecer esse trabalho deles, ok? No meu caso, estou agradecendo e reconhecendo essa gentileza compartilhando aqui no blog sobre eles, e divulgando com quem conheço. O blog da moça está linkado acima, o vídeo que direciona para o canal do Vitor Martins também, então passem lá, agradeçam e curtam esses presentes lindos de 2017, combinado?

07 janeiro 2017

Prioridades:

Coitado do tempo, sentadão numa mesa, com um trilhão de problemas pra resolver   Tati Bernardi.
2017 chegou e com ele eu terei Prioridades até mesmo dentro das metas. Claro que tenho muitos desejos, coisas que quero muito fazer e me prepararei para isso, mas não posso tentar abraçar todas as metas de uma única vez, senão não sairei do lugar...

Durante o ano, e conforme eu tiver tempo, eu irei comentar sobre como anda cada meta. Talvez eu acrescente uma ou outra, conforme eu for iniciando uma ou finalizando outra; afinal de contas, o ano é muito longo e muita coisa pode acontecer.

Dessa vez eu espero conseguir cumprir minhas metas e amadurecer um pouco mais.


E vocês, quais são suas Prioridades, ao que vão se dedicar em 2017? Será que temos alguma metade semelhante? Deixe nos comentários o que você acha sobre metas, se já fez as suas... 

Independente de ter metas ou não, eu espero que em 2017 saibamos aproveitar melhor as oportunidades que aparecerão a nossa frente, e a criar novas oportunidades por nós mesmos.

05 janeiro 2017

Atualizando a Wishlist a todo momento!

Faz um bem danado para nossa alma que não suporta ser aprisionada no concreto frio!
Faz tempo que atualizo minha wishlist então achei interessante vir compartilhar como anda o andamento dessa lista. Mesmo porque ela eu uma boa andada, graças aos presentes do meu pai e da minha madrinha. Ah e tenho que agradecer também as horas que passei no metrô, na fisioterapia e espera de consultas médicas, minhas leituras renderem muito nessas horas.

Claro que conforme vou adquirindo livros, mais vão sendo lançados e mais passam a integrar essa lista, hoje tenho em média uns 310 livros que gostaria de ler a curto prazo, mas nem todos eu quero comprar... E não é como se eu fosse ter tanto tempo disponível assim, não? Mas esse ano de 2016 que passou, percebi que ler me faz muito bem, amplia ainda mais meu mundo interior e minha imaginação, então vale muito a pena investir.

Para quem não conhece, eu já falei aqui algumas vezes (Aqui), tenho conta no Skoob, o que me ajuda muito em organizar minhas leituras, metas e conhecer novos livros, além de trocar experiências literárias com outros leitores. Sinceramente recomendo essa rede social, é bem simples de mexer, organizada de forma intuitiva até. Abaixo deixarei o link para me encontrarem lá, qualquer coisa podemos conversar por lá também, e trocar dicas sobre livros...

Atualmente tem só 5 livros que estou querendo comprar para esse primeiro semestre de 2017, pois ainda tenho uma pilha considerável dos que já tenho aqui em casa para ler. Pode ser que a prioridade na lista mude com os meses, mas no final, quero ler todos...


Gênero: Jovem adulto / Romance.
Gênero: Infanto-juvenil / Jovem adulto / Literatura Estrangeira / Romance / Infantil.

Gênero: Chick-lit.

Gênero: Romanc e/ Ficção Juvenil.

Gênero: Jovem adulto / LGBT / GLS.
FONTE: Skoob


O que acharam das minhas escolhas? Já conhecem algum deles? Não são tão desconhecidos assim, e muitos ainda estão bem em altas, mesmo não sendo muito recentes...
E como anda a Wishlist de vocês? Têm conseguido colocar em dia esses desejos literários? Qual foi o último personagem pelo qual você se encantou?
Meu Skoob: Sarah Santos

03 janeiro 2017

Resenha: Bad Moms (Perfeita é a mãe!)

...Tudo aquilo que eu aprendi com a vida, tudo o que eu ganhei com o tempo e que vento nenhum leva. — Caio Fernando Abreu.
Faz tempo que não escrevo nenhuma resenha, então hoje tomei uns goles de vontade e coragem para escrever sobre um filme que assisti ontem (02/01/2017) mesmo. Já ouviram falar em Bad Moms? Não sabem o que estão perdendo, me sinto "obrigada" a convidá-los a essa mini aventura materna... (PS: não assista esse filme ao lado de primos menores de 15 anos...).

Uma mulher (Mila Kunis), com vida aparentemente perfeita - bom casamento, filhos exemplares, ótimo emprego, etc - acaba ficando estressada além do ponto com as obrigações domésticas. Cansada da situação, ela se une a duas outras mulheres (Kathryn Hahn e Kristen Bell) que passam pelos mesmos problemas e juntas iniciam uma intensa jornada de libertação.

Como toda comédia que se prese, o filme combina perfeitamente bem nomes de peso das comédias. Provavelmente vocês já ouviram esses nomes, ou até acompanham o trabalho dessas mulheres maravilhosas, não? Consegue imaginar eles interpretando mães dos mais diversos tipos? Ficou bem interessante.

Vou soltar o trailer aqui para vocês terem uma dimensão melhor do que estou falando...
Digam-me o que acharam?


Resumindo: como uma mãe poderia ser mesmo perfeita, se são seres humanos?
O filme todo gira em torno desse tópico, de forma cômica, fazendo com que o lado das mães seja visto com mais consideração. Quantas delas não se prejudicam, enlouquecem e ficam doentes tentando ser perfeitas para os filhos, tentando ter razão e certezas sobre o que estão desempenhando quanto ao papel materno? 

Sabemos que a maioria das mães que mesmo ser a melhor mãe do mundo, ser o melhor; mas isso não significa ser Perfeita aos olhos dos outros. E é isso que essas três mães (estranhamente combinadas) trazem a tona quando se sentem sufocadas pelos esteriótipos e reuniões infundadas.

Ser mãe é um trabalho impossível, que normalmente pode ser feito, se tiver um pouco de ousadia, coragem e a mínima ideia se vai dar certo. Afinal, só se sabe se está sendo uma boa mãe, quando os filhos vão crescendo e se tornando pessoais boas e incríveis. 

Toda mãe precisa de descanso, amor, folga, uns goles e risadas. E quando as mães se reúnem é notável o quanto aquilo pode fazer a diferença, e pode ser muito benéfico a toda uma família, se elas souberem dosar suas decisões.

Isso tudo me fez querer ainda mais ser mãe. Não me desmotivou em nada, só tornou tudo mais "simples" (se é que é essas mesma a palavra correta para exemplificar minha nova percepção...) e divertido esse negócio de ser Mãe. Creio que o filme me fez acreditar na Liberdade de ser a Mãe que você quer e pode ser; e que é preciso compreender isso para que tratemos nossas mães como merecem e com respeito.

Vamos conversar sobre essas trilha sonora, gente o que foi isso? Combinou muito com as personagens e certas cenas de loucura delas.
Acho que não teve um única música que me decepcionou, as escolhas foram muito apropriadas, de fato. E nem todas as selecionadas são desconhecidas, pelo menos não para mim... Acertaram em cheio para acompanhar essas histórias.
Basicamente foram essas... De Demi Lovato até Icona Pop.



Título: Bad Moms (Perfeita é a Mãe)
Gênero: Comédia
Ano: 2016
Classificação:  


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