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Sabadão incrível é pouco!

30 março 2015 2 comentários

Antes só, do que mal casada.


E a contagem regressiva chegou ao fim (21/03/2015) e eu finalmente pude assistir á peça que tanto queria desde o ano passado, e valeu a pena cada dia esperado.
Esse tal de Nelson Rodrigues me tocou de tal forma, que minha alma já sente sua falta. Ele nos falou através de seu pseudônimo feminino Myrna ( interpretada por Nelson Bicudo); e que mulher...
Logo de início é possível sentir a força da personalidade dessa mulher, a loucura que emana em seu cabelo, no modo de falar. A forma eloquente como se dirige ás ouvintes. Sim! Myrna nos fala assim como a suas ouvintes em seu programa de rádio, respondendo as cartas dos ouvintes, seja de reclamações, considerações ou apenas de desabafos e pedidos de ajuda.
Basicamente Myrna entra no mundo dos relacionamentos, se apegando aos prós e contras. Durante o espetáculo fica evidente a mistura da personagem com os casos, ela se coloca de forma parcial (no sentido de aceitar os contras mais sólidos e verdadeiros, coisa que é raro entre as mulheres) mas ao mesmo tempo tem um pouco dela em tudo o que diz.
A peça é comovente e divertida, traz a tona tantas questões que ficam sendo ignoradas por medo de acharmos respostas. Encarar a verdade nem sempre é agradável... Myrna consegue nos fazer sentir tudo aquilo que narra, desde as boas recordações das mais loucas paixões, até as angustias das escolhas erradas; eis um dom que nem todos os personagens tem.
A forma como nos fala é intrigante, é questionadora, inovadora, sem deixar de ser elegante e rebuscada, é uma filosofia disfarçada de rotina banal.
Em um monólogo surpreendente, ela nos pega vez ou outra de surpresa com piadas, canções e até dancinhas. É um espetáculo completo por si só. Sai de lá com a sensação forte de que estou no caminho certo, de que ser diferente não deve ser o problema. As causas sim é que são importantes de serem avaliadas, porque chegar ao objetivo é "fácil" mas pelas razões mais corretas...
Myrna é simplesmente apaixonante, encantadora e influenciadora. Um ícone do que é ter personalidade. Lidando com o que é difícil, dos outros e de si mesmo, com as críticas, e todas as histórias que permeiam as cartas.
E por vezes ela frisa que é apenas ela, e que isso basta, que seja mulher, louca, sábia, solteira ou não; é ela, e isso basta.
Nilson Bicudo me encantou de tal forma, que em Abril - mais tardar Maio...- voltarei ao Eva Hertz para vê-lo em outro espetáculo, que só pelo nome já me atrai: A graça do fim. Mas mais tarde venho dizer sobre essa peça.
E ainda mais, durante a peça foi mencionado e indicado um livro também de Nelson Rodrigues, que é praticamente é o consultório sentimental de Myrna em forma de livro: Não se pode amar e ser feliz ao mesmo tempo (assim que comprar e ler eu venho fazer uma breve resenha sobre, prometo).

Caso a peça volte aos palcos, sugiro que vão assistir, porque vale muito a pena.

Playlist mais cinzenta

29 março 2015 Nenhum comentário

Algumas feridas são profundas demais para sarar .  — Alvo Dumbledore 

A Playlist de hoje será uma pouco contaminada pela trilha sonora do filme 50 tons. Afinal de contas, na última semana é o que predomina na minha playlist diária, desde de que acordo até quando me deito. O tempo todo. Porque as músicas são simplesmente V-I-C-I-A-N-T-E-S! Claro que as pessoas com quem convivo, fora meus pais, não acham isso porque tem uma nuvem de preconceito gigante que as impede de ver a beleza em tudo dessa obra, principalmente nas músicas. 
No sábado passado eu consegui comprar o Cd da trilha sonora, e não consegui parar de sorrir... Não estava nem tão caro quanto pensei que fosse estar, meros R$28,00; vale muito a pena o investimento. Foi graças a esse CD que realmente conheci um dos trabalhos de Frank Sinatra. Continuei me apaixonando pela músicas da Ellie e da Beyoncé.
Então vamos a Play dessa semana... Espero que deixem se encantar também.
  • Segunda-feira: Começar a semana bem é primordial, certo? Então deixo nas mãos da música, que surpreendentemente, é a minha favorita; e não, não é da Ellie ou da Beyoncé... É de alguém que eu nem sequer conhecia: Annie Lennox, com sua música mágica I put a sell on you. Não sei, mas quando ouço essa música sinto coisas boas, fico animada e inspirada pro dia. Com certeza o toque do piano tem participação no meu gostar!

  • Terça-feira: Agora sim iremos para a minha diva Ellie, que vem cada dia mais me encantando, cada vez um sucesso mais incrível; e com Love me like you do não poderia ser diferente... Sou completamente fã dela. E está ai outra música que sou apaixonada, que só perde para a de Annie... 

  • Quarta-feira: Outra diva comandará minha quarta, Beyoncé, com uma música que ficou perfeita nessa nova versão: Crazy in love. E é tão importante para mim quanto as 2 acima, daria um empate técnico praticamente. Música que combinou perfeitamente com o filme, o tema, a história em si, não poderiam ter escolhido melhor. 

  • Quinta-feira: Agora sim minha verdadeira revelação: Frank Sinatra com Witchcraft. Ela destoa das demais da minha playlist por ser mais calma, mais melódica e romântica, mas  me ganhou. É o tipo de música que mesmo sendo diferente para mim, me deixa nos ares; além de despertar certas necessidades minhas que eu ainda vou lapidar. 
    Minha mãe está que não se aguenta de alegria por me ver gostando do Frank por essa música haha. Minha coroa o adora, e eu nem sabia. Será que posso culpá-la por não ter me apresentado ele antes? 

  • Sexta-feira: É feriado (considerado santo, sagrado e tudo mais), mas mesmo assim merece música, e vou novamente apelar para minha diva Beyoncé, com mais um sucesso desse CD: Haunted. Confesso que as vezes essa música não me parece boa, mas depois me parece incrível, talvez seja o áudio dela, com o qual não estou muito acostumada. 

  • Sábado: Meu sábado será preenchido por uma música envolvente, que confesso só ter conhecido quando ouvi o CD inteiro pela primeira vez. 



Bom, por hoje é só, espero que desfrutem e se apaixonem mais essa semana! 
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Mudanças

17 março 2015 Nenhum comentário

Música: Ana Carolina - Eu comi a Madona

Lembre-se: Felicidade é uma viagem, não um destino.Henfil

Eu sou tipo aquele filho único que ficou muito tempo grudado aos pais e quando resolve bater as asinhas sai desengonçado e cambaleando por ai, mas que mesmo assim continua firme no plano, ignora os obstáculos, esbarra em alguns deles até, mas segue, sem direção fixa, única coisa intensa mesmo é a vontade e o desejo, se dará certo ou não, outros quinhentos. Admito que me sinto meio assim, muitas coisas a fazer, muitas outras que quero fazer, e nem todas sei como, mas vou mesmo assim, dou o Start e o que me aguarda é uma grande surpresa. Vem sendo assim a meses, desde 2014, para ser sincera. 
Basicamente, eu sei onde quero chegar (mais ou menos- pois podem surgir caminhos mais interessantes, e atalhos) só não sei exatamente como chegar. Mero detalhe não? Desde que eu saiba aproveitar o caminho...
O trabalho vem me consumindo mas é algo deliciosamente gratificante. Sentir-me útil, ampliar meus horizontes. Enfrentar meu monstros - que antes se escondiam embaixo da cama- diariamente ( falar em público, me expor, me responsabilizar, ser criativa...). É só a pontinha do iceberg, com certeza, mas já tem sido maravilhoso poder me dar conta disso, me redescobrir e me reinventar a cada amanhecer. Ir dormir com a certeza de que cresci mais alguns centímetros rumo a algo bom; algo bom no sentido de ser um conjunto bem complexo e indissociável de mim, minha vida, tudo que ela contém, e mais. Aliás, minha inteligência, compreensão e esperteza ainda são muito limitadas. Minha intuição então... Mal começou a se desenvolver, eu nunca havia dado espaço para ela aparecer e se exercitar, mas agora ela tem esse aval.
A faculdade resolveu por as garras de fora e está disposta a nos arrancar a alma se permitirmos isso. Parece que toda a complexidade dela (veja bem, da FACULDADE, e não do meu CURSO) resolver se abater contra nós. Agora ou fazemos direito, ou nem fazemos. Não vão aceitar menos do que o correto. Não é uma parada fácil, mas estamos ai... Depois disso tudo, sei que vamos estar no automático e poderemos apreciar a vista (vulgo: beleza do curso e da profissão).
Família. Eis um bagulho complicado, mas ao mesmo tempo tão simples. São o que são. Não há como negar. Irritam, apoiam, encorajam e no despem de nossos princípios... É tudo junto e misturado, cada caso é um caso, e nem sempre o é assim. Não tem um manual, e as regras são flexíveis. Não há um regime que consiga reger com perfeita harmonia tamanha desordem ordenada. Nasceu para dar certo, mas vive dando errado. Será que tem coisa mais gostosa do que assumir essa imperfeição, aceitando as pontas, as voltas e os tropeços do sangue do seu sangue, que nem sempre é doce, muitas vezes é amargo? Não há uma receita, e mesmo se houvesse, eu não a usaria.
Parei de fugir da minha ninhada e topei o desafio de somar. Que venham as dores de cabeça, os sentimentos irrefreáveis... Mas que tragam como acompanhantes o amadurecimento, crescimento humano e sentimental que tanto almejo. É necessário encarar a montanha sempre, mesmo que seja apenas para vislumbrar um atalho por entre ela. 
Meus amigos, eu ainda sei quem são, e a intenção é não perder isso de vista, mesmo que os perca momentaneamente. O tempo tem um jeito muito torto de nos mostrar quem vem para somar e se agarrar a essa vivencia, e quem não. Muitas vezes não entendo nada do que aconteceu, mas sei que se aconteceu é porque era o curso certo, e que nem tudo tem que ser definitivo; ou seja, eu ainda posso me surpreender, e muito.
A vida continua me sorrindo e estendendo a mão, e eu não seria louca o suficiente de rir-lhe sarcasticamente recusando o pedido. Eu fui e não tenho data de volta.
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Sumi, sumi ♪

15 março 2015 Nenhum comentário

Somos instantes. - Alguém Esperto


Sumi, como ficou evidente. Realmente o plano de vir aqui todos os dias está mais furado do que peneira, mas não vou desistir...
O tempo anda sendo meu inimigo e meu aliado (tudo ao mesmo tempo, sintam a contradição haha) e vem me cobrando uma organização extrema, que nunca havia praticado; por isso sumi. Mas é um sumiço bom, mesmo porque eu sempre volto para ficar bem claro que estou viva, e muito bem viva. Nunca estive tão viva quanto estou em 2015. Quando me disseram que esse era o ano eu até que acreditei, mas não totalmente, e em pleno mês de março fica impossível descordar, sinto como se tivesse vivido 2 anos em 1 trimestre só. E não, não estou reclamando, antes que isso voe por essas cabeças férteis, muito pelo contrário; estou é grata por toda essa revolução que anda me revirando, me colocando do avesso e arrancando meu melhor em 4 , 5 setores simultâneos da minha vidinha ainda pacata (sim, ainda, porque eu sei que vem muito mais pela frente, e não vou correr disso não- muito pelo contrário, vou me atirar nos braços dessa onda boa).
Domingo é dia de Playlist, e é Playlist que teremos!
Vamos ir aquecendo com nossa tão detestável Segunda-feira, que de má não tem muita coisa não.
  • Segunda-feira: Dia de academia nessas terras de cá, então algo um pouco mais contagiante é de grande valia... Vou recorrer ao elegantíssimo Robin Thicke com os talentosos T.I e Pharrell  <3

    

  • Terça-feira: Um dia específico de muita ralação no estudo, porque não é fácil manter o foco das 08:00 hs até as 17:00 hs. E por que não recorrer a minha deusa nacional? Dona Ana Carolina dá um show com Jorge, como sempre.

    

  • Quarta-feira: Um descanso merecido nesse dia, já que alguns trabalhos vão ter que ser adiados mesmo... Então prefiro ser embalada por algo bem mais suave... Algo como a banda Teatro Mágico, porque não? Eles são apaixonantes, sinceramente.

    

  • Quinta-feira: Mais um dia de "descanso", por que não? Se bem que como no dia anterior, os trabalhos escritos vão me dominar de tal forma... Mas ok, faz parte da vida. Vamos de deusa internacional dessa vez...

    

  • Sexta-feira: Um dia de não tanta animação para mim, devido ao fato de eu ter um longo sábado pela frente, enquanto a minha sexta, no quesito, trabalho é bem mais tranquila... Então nada mais animador, ao meu ver, do que uma música incomum como a da Erikka. Definitivamente ela me faz rir.

    

  • Sábado: Tão gracioso, mas tão pesado ao mesmo tempo é esse meu sábado... Mas dessa vez não tenho porquê reclamar, já que finalmente verei a peça teatral que tanto queria (aliás, terá post sobre esse dia, em breve... E quem sabe, umas fotos, também...).Talvez eu consiga comprar o Cd que vem sendo meu desejo de consumo a meses. Bom, que os ventos soprem a meu favor! Seria incrível... Vai ser, na verdade! Força nas palavras.E para acompanhar esse embalo, vou de Ellie Goulding, na trilha do filme que eu tanto gosto, que faz parte do Cd cobiçado.

    

Bom, por hoje é só, essa semana torno acá para me transbordar um pouco mais. Espero que tenham gostado das músicas *-*
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Desenvolvido por Michelly Melo.