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Arrependimento mata?

30 dezembro 2015 Nenhum comentário

Por dentro eu sempre me persegui. Eu me tornei intolerável para mim mesmo. Vivo numa dualidade dilacerante. Eu tenho uma aparente liberdade mas estou preso dentro de mim.  Clarice Lispector

Sim, eu sei que faz tempo, mas eu vim aqui compartilhar o que tinha decidido fazer no cabelo e sobre a minha Reconstrução, embora até agora não tenha entendido muito bem como rola.
Resumindo a novela, eu optei pelo corte que a atriz Camila Queiroz tem mesmo, mudou um pouco e combinou com a minha pessoinha, fora que a minha cabeleireira topou fazer; porque se ela não topa, ela não faz, sim...

Cortei consideravelmente, porque estava gigantesco, mas danificado nas pontas. Vou começar a ir a cada 3 meses aparar as pontas, para evitar esse problema, fora que vou aproveitar para hidratar também. Quem sabe 2016 não é o ano em que irei me entender com o meu cabelo?? Será? Tomara!
Já tenho planos para depois do Carnaval para ele também. Não em corte, mas estou cogitando a ideia de passar tonalizante e voltar ao preto azulado, mas ainda é só uma ideia. Pois não sei se vale a pena. Afinal de contas, eu só fiz californiana ano passado, justamente porque estava cansada do aspecto dele uma única cor... Agora enjoei e quero algo diferente, mas sem danificar meu cabelo, pois não vale mesmo a pena... Qualquer coisa compro uma peruca, e resolvo minha agonia haha

A Reconstrução me deixou satisfeita; sem secar fica mais liso, embora ainda esteja meio oleoso... O da minha mãe sim, ficou lisão!
E perguntei quanto ao tempo para refazer e disseram que costumam fazer de 1 em 1 mês. Achei muito exagerado... Então penso em refazer de 3 em 3, que fica mais cômodo para mim, e menos caro. Pois se ilude quem pensa que é baratinho... R$90,00, e com essa grana dá para fazer muita coisa! E mais cômodo desse jeito, pois a cada 3 meses eu passaria lá mesmo para aparar as pontas...

Sobre as unhas, não fiz unha de gel, pois os homens dessa família deixaram bem escrachado que não faria nenhuma diferença visual, que ia ser parecida com a minha natural mesmo, e que seria apenas um desperdício de dinheiro. E como sou econômica... Optei por cancelar essa ideia, por hora. Mesmo porque voltar a tocar violão está nos planos, pelo menos até Fevereiro...
E o que fiz para o Natal foram esses modelos de arte:



Mas confesso que gostei mais do modelo do pé, ficou mais bonitinho. A da mão me fez arrepender um pouco... Nada que eu não possa corrigir pro Ano Novo, mas levarei bronca dos meus pais, mais do pai... Porque ele reclama que gasto dinheiro para não ficar com a arte nem 15 dias... Ele não entende essas coisas!
Eu ainda não sei o que fazer pro Ano Novo, nem se terei tempo, pois a viagem vai ser justo dia 31/12, ai complica... Mas com certeza rolará foto e vídeo no instagram e no face.
Por hoje é só, até mais!


Mais um 31. Mais um Recomeço?

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Eu estava instalado no vazio. — Charles Bukowski.

Ok, final de ano é sempre meio, clichê no que diz respeito a fazer um balanço do ano que está se finalizando, e planos para o que chega... E eu não serei diferente aqui. Aliás o que foi diferente mesmo foi o meu no como um todo.

Se pudéssemos separar a vida por departamentos, seriam mais de uma dúzia. Na minha eu as divido mentalmente, para poder entender melhor o que se passa. E em 2015 posso dizer que vou o primeiro ano em que todos esses departamentos resolveram funcionar, em ritmos diferentes, simultaneamente. Para quem não está acostumada, isso me deixou louca até meados do segundo semestre. E quando estava começando a me acostumar e a pegar o jeito das coisas, tudo muda novamente. Ótimo! Gosto assim, agora.

O ano começou com tantas incertezas, e medos... Tive meu primeiro emprego, mesmo sem ser registrado, me valeu muito! Aprendi tanta coisa lá, coisas boas, e coisas ruins que eu não devo fazer nunca na minha vida, pois já tive vergonha alheia o suficiente. Cursos a mil, aprendi do Word ao Photoshop Avançado... Voltei a me interessar mais pelo Blog. Conheci pessoas maravilhosas, e bem diferentes de mim. Aprendi um pouco mais da cultura coreana. Passei pelo terceiro ano da faculdade sem pegar nenhum exame, e sobrevivi a esse ano mesmo trabalhando durante a noite.

Descuidei de mim? Descuidei horrores, mas faz parte, não consigo me concentrar em tudo ao mesmo tempo. Já desisti de abraçar o mundo com meus míseros dois braços. Desisti também de estipular minha segunda faculdade antes do tempo. Voltei a minha vida literária. Muitos dos meus interesses universitários ainda estão adormecidos, mas nada que eu não consiga despertar em 2016. Voltei a me envolver mais com cultura, fui em algumas peças de teatro, no MASP -pela primeira vez...

Acumulei umas incertezas tão certeiras que fizeram meu ano valer a pena, entre elas as típicas: Será que dou conta? Estou indo pelo caminho certo? Ai acordei e vi que não tem caminho certo, existe apenas os caminhos que eu escolho, e os outros. E todos vão valer a pena, de alguma forma, assim como tudo o que eu me dispuser a fazer.

Esse ano foi revelador e desbravador, pelo menos para mim. Metade das coisas que aconteceram, eu  nem imaginava... E me fez ter mais esperança em mim, embora eu carregue tantos problemas; mas quem é que não tem? O importante é esses problemas não atrapalharem nossos momentos felizes.
Comenta ai como foi seu 2015!

Uns clichês acumulados de Final de Ano

29 dezembro 2015 Nenhum comentário

Eu estava instalado no vazio. — Charles Bukowski.

Ok, final de ano é sempre meio, clichê no que diz respeito a fazer um balanço do ano que está se finalizando, e planos para o que chega... E eu não serei diferente aqui. Aliás o que foi diferente mesmo foi o meu no como um todo.

Se pudéssemos separar a vida por departamentos, seriam mais de uma dúzia. Na minha eu as divido mentalmente, para poder entender melhor o que se passa. E em 2015 posso dizer que vou o primeiro ano em que todos esses departamentos resolveram funcionar, em ritmos diferentes, simultaneamente. Para quem não está acostumada, isso me deixou louca até meados do segundo semestre. E quando estava começando a me acostumar e a pegar o jeito das coisas, tudo muda novamente. Ótimo! Gosto assim, agora.

O ano começou com tantas incertezas, e medos... Tive meu primeiro emprego, mesmo sem ser registrado, me valeu muito! Aprendi tanta coisa lá, coisas boas, e coisas ruins que eu não devo fazer nunca na minha vida, pois já tive vergonha alheia o suficiente. Cursos a mil, aprendi do Word ao Photoshop Avançado... Voltei a me interessar mais pelo Blog. Conheci pessoas maravilhosas, e bem diferentes de mim. Aprendi um pouco mais da cultura coreana. Passei pelo terceiro ano da faculdade sem pegar nenhum exame, e sobrevivi a esse ano mesmo trabalhando durante a noite.

Descuidei de mim? Descuidei horrores, mas faz parte, não consigo me concentrar em tudo ao mesmo tempo. Já desisti de abraçar o mundo com meus míseros dois braços. Desisti também de estipular minha segunda faculdade antes do tempo. Voltei a minha vida literária. Muitos dos meus interesses universitários ainda estão adormecidos, mas nada que eu não consiga despertar em 2016. Voltei a me envolver mais com cultura, fui em algumas peças de teatro, no MASP -pela primeira vez...

Acumulei umas incertezas tão certeiras que fizeram meu ano valer a pena, entre elas as típicas: Será que dou conta? Estou indo pelo caminho certo? Ai acordei e vi que não tem caminho certo, existe apenas os caminhos que eu escolho, e os outros. E todos vão valer a pena, de alguma forma, assim como tudo o que eu me dispuser a fazer.

Esse ano foi revelador e desbravador, pelo menos para mim. Metade das coisas que aconteceram, eu  nem imaginava... E me fez ter mais esperança em mim, embora eu carregue tantos problemas; mas quem é que não tem? O importante é esses problemas não atrapalharem nossos momentos felizes.
Comenta ai como foi seu 2015!

Nunca morrer é um dom ou dor?

27 dezembro 2015 Nenhum comentário

“A gente alonga a história, nem que seja para dizer que chorou. Porque terminá-la, colocar um ponto definitivo, é duro demais. A gente vira dor para não virar fim.” — Camila Costa
Olá galera, mais uma resenha de dorama, esse BEM mais curtinho do que o primeiro. Terminei de vê-lo na sexta a noite, e só tive tempo de escrever hoje,. E confesso que o que me impulsionou a assistir não foram só as propagandas do Dramafever não; pois na verdade eu confundi a protagonista com a Lee Ji Eun (IU). Espero que não fique um post imenso, como o último.


O Dramafever me fez ter momentos ótimos com esse short dorama, short porque tem somente 5 episódio, cada um com média de 11 minutos; o equivalente a quase um filme, se fomos juntar as partes. Mas vale cada segundo!
Estrelado pelo carismático Ji Eun Sung - interpretando o fofo Lee Jung Hoon - e a engraçada Nam Ji Hyun - dando vida a alma do dorama, Min Se Yeon. E devo admitir que cai nas graças do Eun Sung, sério! Muito fofo.


É uma comédia, com fantasia envolvida; que conta a história de Min Se Yeon, que morreu e tornou-se imortal, nada mais, nada menos, do que 200 anos atrás; sobrevivendo a guerras reais, desamparos, dores e mortes dos entes queridos. O que mais se esperar da vida, quando ela não tem fim?  importal esperava um fim, e esbarrou nele por um começo um tanto quanto interessante com o fofíssimo Lee Jung Hoon, um funcionário público muito do mortal, e que é salvo pela "fantasma andarilha".
Tudo seguiria normalmente pelo curso não-natural das coisas, se ele não insistisse, mesmo conhecendo a verdade de Min Se Yeon, e se aventurasse em ser amigo dela, podendo se apaixonar perdidamente - consequência que é possível tanto aos mortais, quanto imortais.


Ela cede, mesmo tendo um medo absurdo de apegar-se, sabendo que terminaria viva e só; experimentando sensações que não sentia a anos, como o frio na barriga, o coração acelerado, o corar das bochechas...Porém, como nos contos da Bela Adormecida, Branca de Neve, e das demais princesas; um beijo verdadeiro seria mais poderoso do que o poder do tempo e da imortalidade? Poderia Min Se Yeon voltar cronologicamente de onde parou? Ou sua vida seria mais fugaz do que a normalidade com esse novo elemento adicionado?



Com uma "vida"  não comum, fica difícil saber seus limites; mas ainda assim ela os expande, correndo riscos, pelo homem que a salvaria sem necessidade alguma. Seria um ato heroico, se não fosse amor.


Não vou ser chata e nem spolier, então termino por aqui sobre o enredo haha Eu amei esse dorama,
curtinho mas muito engraçado; minha única crítica é que eles poderiam ter dado mais conteúdo ás cenas, elaborado um pouco mais a relação entre os personagens, pois fiquei com a sensação de que foi tudo rápido demais; deixando o potencial de ser mais intenso, pois o tema é forte, e muito pouco abordado. Mas mesmo assim eu recomendo, é uma boa pedida para um final de semana em casa.

Título: Never Die 
Gênero: Comédia Romântica; Short Series
Episódios: 5
Emissora: Naver TVCast
Exibição: 04 de Dezembro de 2015 
Dias de exibição: -
Classificação: 

Tem mistério, amizade, amor, medos, ciclo vital em jogo, questão do envelhecimento e a estética, dúvidas sobre carreira, lealdade; e por ai vai... Para quem não assistiu, não perca a oportunidade e assista; e depois venha aqui me contar o que achou dessa incrível fantasia!


Ser mais Criança...

24 dezembro 2015 Nenhum comentário

O amor cabe até onde não tem cabimento. — Eu Me Chamo Antônio

E é quase Natal, ôh emoção!
Muitos viajam, outros se reúnem com os parentes que não encontram o ano inteiro... Essa época, sem dúvida, é usada para reencontros; mas será que a gente entende o que essas datas natalinas representam?

Recuso-me a definir Natal como um feriado no meio das férias escolares, com alvo comercial forte, e ser isso por si só. É muito mais. Tem o sentido religioso (para quem acredita...) de nascimento de Jesus, dias para "aprender" a perdoar, a se libertar das mágoas... Mas convenhamos, não é tarefa fácil, que em apenas uma data de Natal iria nos proporcionar sucesso na missão. Isso leva tempo, e eu me sinto melhor em pensar que pelo menos nessa data as pessoas tentam um pouco mais sabe; a maioria se esforça mesmo para ser fofa e carinhosa, mesmo tendo que lutar com um monte de problemas. 

Pois não é porque é Natal que tudo fica azul com bolinhas cor-de-rosa, claro que o clima Natalino nos deixa mais calorosos, menos céticos quanto ás pessoas. A esperança praticamente transborda; e cada sorriso infantil faz nosso coração reencontrar um tum-tum tão genuíno e puro... Alegria em ver o outro feliz!

O Natal vem mostrar que esse dia deveria se refletir nos outros 364 dias posteriores. Não é só nos dias 24 e 25 de Dezembro que tem que ter mais amor e gratidão pelo mundo, isso é pra todo dia, todo sempre; mesmo sendo difícil. O s adultos também deveriam creer no Noel, pois assim eles se comportariam melhor durante o ano, e com o tempo isso se tornaria uma rotina e não mais por referência a uma data específica. Ser bom, não significa que nossas facetas mais instintivas, ou distorcidas do padrão, sumiriam; mas que a gente está beirando um equilíbrio saudável das nossas personalidades com a sociedade em si. O mundo seria mais feliz se todo dia nós acreditássemos em um Noel inspirador, e um Natal para todos.

Então, se possível, ame mais, converse mais, veja mais, ouça mais, brinque mais, acredite mais, semeie mais, eduque mais... Não só hoje e amanhã, mas diariamente. E se possível... Bom, sempre é possível.
Finalizo esse post curtinho mesmo, pois tenho muito o que viver do dia de hoje, amanhã volto e conversamos um pouco mais. Boa Véspera, e que nós possamos ser mais coração de criança. Comente abaixo seus desejos para os dias seguintes, pro dia de hoje... Que nossos desejos sejam possibilitados por nós mesmo, por uma esperança mais intensa.

I Miss You (2012). Até onde você iria pelo Amor?

23 dezembro 2015 Nenhum comentário

Até esquecer devia ser mais fácil com a prática, não? - I Miss you
É eu não esqueci não. Sei que já fazem alguns meses que eu terminei de ver esse dorama no Dramafever, e eu estava ainda digerindo tudo o que assisti, e como eu contaria tudo da forma mais resumida possível, mas que ficasse digna desse dorama.

Não é novidade que eu assisto doramas a anos, e essa será a minha primeira resenha sobre um deles, aliás sobre qualquer coisa... Eu o assisti entre o mês de Setembro e Outubro basicamente e ão estou até hoje recuperada psicologicamente, sério. É um drama bem intenso, do começo ao fim. Você se apega aos personagens, sofre com eles; até o anti-herói fica interessante, de tão bem elaborada que foi a história.

Um dorama que traz questões muito fortes, e combinadas, como a questão familiar, o bullying, ciclo da vida, criminosos, o que não se faz por dinheiro, traumas, dores incuráveis da infância, reencontros, sonhos, o primeiro amor, o primeiro beijo... É uma mistura bombástica, só para quem aguenta sobrecarga psíquica mesmo. Cheio de reviravoltas e mistérios.

Antes de assistir eu achei que ia ser bem sem graça, e só me motivei pelos atores que eu tanto gostava, no caso a Yoon Eun Hye (31) - que fez Goong também, e uma série de doramas que sempre me fascinaram- e o Park Yoochun (29) - que era membro da TVXQ, que se dissolveu, e agora é membro da JYJ-  que eu nunca tinha visto em cena, e me surpreendeu, eu o adorei de primeira, é muito talentoso, e traz um ar mais calmo ao clima tenso da drama. Eles são atores dos protagonistas da fase adulta do dorama; assim como o Yoo Seung Ho (22). O dorama no início conta a história da infância dos 3 personagens principais.
Ah, e já que mencionei as idades dos atores, com as gravações, Eun Hye sempre deixou claro o quanto Seung Ho era talentoso, porém que a diferença de idade entre eles não a deixava completamente confortável; mas ao meu ver eles se entrosaram super bem no dorama e o resultado foi muito satisfatório.

Bom, vamos aos personagens: Eun Hye interpreta Lee Soo Yeon, a filha do "assassino", que não tinha amigos, nem quem a defendesse, que sofria bullying por ser filha de quem era, que mudava de escola o tempo todo, que tinha sonhos... Ela sofre do início ao fim. No começo por sofrer bullying, e levar constantes surras do pai, contando ainda com uma mãe completamente omissa no começo da trama.
Yoochun dá vida ao Han Jung Woo, que os 15 anos volta ao seu país, sendo onovo garoto popular, rico e solitário. Que se interessa por Lee Soo Yeon desde a primeira vez que a vê parada cabisbaixa, sem saber quem é, ou qual sua história e fama.
Seung Ho interpreta o mais novo, Kang Hyung Joon; tio de Han Jung Woo. Parentesco esse que é desconhecido por ambos. Já que a família tem uma séria briga pelo pai de Han Jung Woo querer seu dinheiro, e ver em Kang Hyung Joon uma ameaça e obstáculo. O pequeno conta com a sorte e a precária proteção da mãe para escapar do meio-irmão frio e calculista.


Agora sim vamos a história de fato... Han Jung Woo encontra Lee Soo Yeon e insiste em ser amigo dela, depois de passado o susto da descoberta da fama dela na região; eles se tornam inseparáveis. Enquanto que Kang Hyung Joon luta por sua sobrevivência, com a "ajuda" de uma enfermeira conhecida de seus pais. Sua sobrevivência envolvia uma vingança de sua mãe para cima de Han Jung Woo.
Porém como ele e Lee Soo Yeon nunca se separam, a menina acaba por se colocar em perigo tentando salvá-lo; uma verdadeira guerreira e leal; já não posso dizer o mesmo de Han Jung Woo, que por ser novo, era imaturo e muito assustado com tudo o que ocorre. Também o trauma deixado na vida deles 2 foi muito forte, principalmente na de Lee Soo Yeon, que quase morreu nas mãos dos sequestradores (tentarei não dar spoilers...). E resumindo drasticamente, Kang Hyung Joon é quem salva a menina, sendo que em cenas anteriores ela tinha tetado socializar com o pobre menino ferido e trancado.
Os dois sobreviventes de tamanhas atrocidades fogem, deixando no rastro uma morte, e o pai de Han Jung Woo furioso, e o menino devastado, sentindo-se totalmente culpado por toda dor que a menina sofrerá. Chegou a cogitar que ela tinha morrido, a princípio; mas a mesma fraquejou e ligou á ele chorando. Foi a última vez que ele teve notícias dela, e foi o que o motivou a virar policial, romper com sua família -se mudando para casa da família de Lee Soo Yeon- e o que fez persistir na ideia de sua sobrevivência pós-episódio.
O retorno para a Coréia depois de tantos anos, enrolou todos os personagens na tentativa de encontrar Lee Soo Yeon e desvendar os crimes que aconteceram 14 anos atrás. Os personagens carregavam traumas e personalidades distintas. o próprio Kang Hyung Joon (26) parecia ter 2 personalidades, uma que só Lee Soo Yeon (29) - agora Zoe- conhecia, e a outra atormentada pela infância, que queria vingança e proteger a menina que salvou, e que tinha se tornado sua amada. Amor esse que o motivou, mesmo manco, a cometer uma série e crimes e violações. O personagem oscila entre vítima e inimigo, malvado, o tempo todo. É um sofrimento latente, que não encontra escoamento ou perdão, como no caso de Lee Soo Yeon.
Han Jung Woo (29) procurou por Lee Soo Yeon obcecadamente, e quando encontrou-a não recuou, aceitando toda a raiva que ela pudera ter, tentando se desculpar de todas as formas... Com o decorrer das cenas é possível ver que ela gradativamente vai cedendo a posição de Zoe, que esqueceu tudo, para ocupar de novo seu lugar de Lee Soo Yeon.

Procurei por um trailer que tivesse cada fase do dorama, mas não encontrei um melhor do que esse; e por ele é possível sentir que o drama é bem elaborado e tem sempre um ar de mistério e suspense.


A trama é muito longa e intensa, mas resumidamente é isso. Agora falarei um pouco do final, sem ser muito detalhista. Final esse que me comoveu, pois eu me apeguei muito ao personagem do Seung Ho, pois apesar de tudo ele foi tão vítima quanto os outros. Aliás acho que só houve uma vítima maior do que ele, e foi a Lee Soo Yeon, porque a bichinha realmente sofre...
Teve de tudo: o primeiro amor, crimes, traumas, abusos, investigação, família, perdão, infância, final alternativo (que eu amei, e me fez chorar, confesso)...



 





Não posso esquecer de mencionar o "truque" incrível que Han Jung Woo inventou para afastar as tristezas de Lee Soo Yeon, o trque que fazia tudo desaparecer. Ela pega o truque emprestado e tenta amenizar o sofrimento de Kang Hyung Joon, e o próprio sofrimento, já que como Zoe ela tenta esquecer tudo o que aconteceu, de onde veio, tudo... O truque está nesses gifs:

 

Como não se emocionar? Até a trilha sonora é emocionante, conta com músicas instrumentais que tocam a alma, e eu até hoje as ouço diariamente, nem que seja só no comecinho da manhã, pois são muito lindas. Abaixo vou deixar 2 frases marcantes da novela, dentre tantas, e o vídeo que contem toda a OST de I Miss You...




E agora um gif sobre um final alternativo que me emocionou, pois a novela é tão dura, e mesmo no final ela nos alivia de certa forma, e enterra nossas expectativas decretando o final de fato, pois a partir daquele final alternativo se sabe que nada foi diferente, que aquilo aconteceu assim por fatalidade, e os personagens estariam fadados a lidar com isso da melhor maneira que poderiam, e o fizeram, cada qual com seus limites, dores e personalidade. Mas ainda assim o alívio vem, porque o final alternativo deixa no ar, e nos sentimentos de cada espectador um: E se tivesse sido diferente??


Bom, essa foi minha primeira resenha, sei que foi fraca perto do espetáculo que é esse dorama, mas valeu a tentativa, e espero ter motivado alguém a dar uma chance aos doramas coreanos, e àqueles que nem sempre nos são atrativos de primeira. Se você já viu I Miss You, deixe seu comentário sobre o que achou, qual foi sua experiência com o drama... Vou adorar saber.
E quem puder, realmente assista, vale muito a pena esse dorama.
Ah, e caso queiram outra resenha, eu li algumas antes de ousar escrever sobre, e achei essa bem completa e muito divertida, que tem muitos mais gifs ilustrando, é do blog Divaneandoo; aliás, amei esse blog.
Vou deixar os dados sobre ele abaixo, e o link de onde eu vi está no comecinho desse post. Bom entretenimento, e até a próxima!

Título: I Miss You / Missing You / 보고싶다 
Gênero: Drama, Romance
Episódios: 21
Emissora: MBC
Exibição: 07 de Novembro de 2012 / 17 de Janeiro de 2013
Dias de exibição: Quarta-feira e Quinta-feira às 21:55
Classificação: 


 
Desenvolvido por Michelly Melo.