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O que é isso que está acontecendo ai na sua vida, jovem?

28 abril 2016 1 Comentário
Quando tudo parecer igual, recomece.
Confessa, vai. Você também já se sentiu sem rumo... Não tenha vergonha em admitir, faz parte. São fases da vida, e isso aqui não é nenhum psicólogo falando, ok?
Parece mais como uma parada nos postos da estrada, para fazer um xixi, tomar um café e esticar as pernas. Afinal quem aguenta ficar constantemente no volante? Piloto automático serve para que se respire também...

A questão é o que o equilíbrio não está em uma constante, única. E é difícil mensurar o equilíbrio, pois não é algo que dê para ficar quantificando o tempo todo, sobre nossas vidas; então sai mesmo do controle, e deixe que saia de vez em quando. Pois quando se deixar sair do controle, na verdade ainda se está no controle, pois foi essa a sua escolha; e escolhas são formas de controle, maneiras de se preparar para o que vem por ai.
Equilíbrio é uma questão pura de percepção, é enxergar-se e respeitar-se; mas para se respeitar é preciso se conhecer, não? E isso requer tempo, vontade e tentativas inúmeras, e ainda precisa de uma mente aberta e limpa de julgamentos sociais e morais que podem explodir uma auto-estima. Não dá para conhecer alguém se você já vai com duas facas em mão e um olhar julgador; não há quem deixe uma pessoa chegar perto assim.

Recomeçar é desequilibrar e buscar novamente o equilíbrio; mas para buscar novamente, seria muito útil se já se soubesse o que é isso, ou ter tido essa experiência. Pois assim nos sentimos menos perdidos, e a chance de desanimarmos é menor.
Não ter medo de continuar, talvez seja o maior diferencial de qualquer coisa na vida. Mas para isso é preciso também conhecer nossos medos.

Complicado, não? As pessoas esquecem de avisar que não é fácil ser quem elas são, e os Outros esquecem de pensar isso; talvez seja por isso que temos tantas guerras inúteis, tanto ódio gratuito, e ofensas a troco de banana...
Quantos minutos vocês tira para se conhecer, para se colocar em primeiro lugar? Mas esse "primeiro lugar" não é desprezar o Outro, e muito menos ser cretino e imaturo; é saber reconhecer sua dependência com esse Outro, pois ele faz você ser algo, se assume um papel frente a esse Outro; e desconsiderar isso é o mesmo que descartar uma parte de si mesmo, quem mais perde com isso é quem? A própria pessoa! E não é culpa do Outro não... Paremos de culpar os Outros por tudo. Só fazem conosco o que de certa forma permitimos, ou incentivamos; mesmo que não seja muito perceptível para nós. 

Responsabilizar-se pro si mesmo, pela vida e pelo mundo; é algo muito difícil, mas não impossível de se tentar. Aquele tentar de filme mesmo, tentar o melhor a cada novo amanhecer, doas primeiras horas do dia até o fechar de seus olhinhos no gran finale. Isso é acumular vivencias e não arrependimentos. Os arrependimentos se transformam de acordo com a forma que se decide viver a vida. Quem vive da melhor maneira possível, sempre tentando algo melhor, tende a não enxergar arrependimentos, mas escolhas contextuais, aprendizados, oportunidades. É aquele lindo jogo no livro da Pollyanna, de ver o lado positivo em tudo, mesmo que seja através das comparações.

Todo dia não tenha medo de perguntar quem é você; a resposta muda o tempo todo. Também não receie em se questionar, em pensar sobre você e sua vida; não seja tão leviano de deixar tudo passar por você, inclusive você mesmo; agarre o máximo de essências das coisas que você puder, e se transforme a partir dessas essências, desses momentos, dessas vidas.
Isso é só um grande conselho. Confuso? Nem tanto. 

TAG: De tudo um pouco!

25 abril 2016 5 comentários
Aprendi a chorar sozinho porque junto e dor dobrada, aprendi a não procurar colo e sim cama, aprendi a não ligar e sim beber quando a saudade apertar, aprendi a tragar de madrugada ao invés de conversar ou dormir. Aprendi que sozinho não e muito feliz, mas também não e muito triste… Logo eu que odeio metades aprendi a ser apenas partes de mim. — Autor dos Sonhos
Olá, criaturas maravilhosas do Seja Frugal! Cheguei com mais uma TAG. Sim, porque eu sou incansável com TAG'S e sempre que acho uma legal, eu respondo haha

A de hoje é bem diversificada... O próprio nome dela já diz: De tudo um pouco. Eu a encontrei no blog da Adrielle Anatalia; as respostas dela são uma gracinha, gostei bastante! Eu não fui indicada a responder, mas quis mesmo assim, e acho que não deve ter nenhum problema, isso só significa que a TAG é legal...

E um aviso, esse logotipo da TAG não é meu, eu salvei o do próprio blog da Adrielle. Agora vamos as minhas respostas.

1. Qual seu estilo de música preferido?
R.: K-pop (música coreana). 

2. Qual é sua peça de roupa preferida?
R.: Regatas, mas as mais levinhas, sabe? Não curto passar calor...

3. Qual é o seu calçado favorito?
R.: Tênis. Conforto, sempre! Não abro mão. Caso eu não posso usar tênis, uso chinelo mesmo. 

4. Quais de seus esmaltes são os mais divos, marca e cor?
R.: Sou péssima com nome de esmalte... Dos poucos que me lembro... Impala: Jackie é um dos meus favoritos, se não, o favorito! Comprei logo 3, que é para não correr risco de ficar sem... Uso bastante. 

5. Cabelo estiloso ou tradicional? Liso ou cacheado?
R.: Acho que tradicional, pelo menos o que eu entendo por tradicional, me agrada mais. E liso, de preferência bem liso, o que o meu cabelo não é muito...

6. Brigadeiro ou sorvete?
R.: Sorvete. Nunca fui fã de brigadeiro, sempre fui fã de beijinho, mas brigadeiro, não! Tive sorte de nunca estar nas brigas por brigadeiro, na infância que passei na casa dos meus primos haha

7. Doce ou salgado?
R.: Doce. Sei que parece bem contraditório para uma diabética, não? Mas sou assim, fazer o que? E eu como muito doce, acreditem... Não é o fim do mundo.

8. Como você define o seu estilo?
R.: Básica. Costumam me enquadrar em hipster, mas não acho que eu me encaixe tanto... Mas ok, levo como elogio! Meu estilo é composto por tudo o que eu gosto, combinando, ou não. Levando em conta o conforto sempre, e estampas e cores com significados para mim, que me marcam de alguma forma. 

9. Você é do tipo de pessoa consumista ou que só consome o básico?
R.: Sou um meio termo, na verdade. Tenho uns momentos loucos de impulso, mas depois eu me dou conta, e tento consertar da melhor forma possível o estrago. Tenho sido um pouco mais consciente nesse aspecto, graças ao trabalho.

10. Você se considera vaidosa?
R.: Se for em comparação com o resto do mundo, não muito. Sou um pouco vaidosa. Tudo vai depende, na verdade, do meu bom humor e disposição. Tem dia que vou querer sair maquiada, mas só porque eu estou afim mesmo; e no outro dia vou largadona, quase como um garoto, para os lugares. E sim, eu vivi por 18 anos recebendo críticas sobre isso...

Essa foi a TAG, o que acharam? Gostaram? Eu amei, sério! Até hoje, foi a TAG que mais gostei de responder, fluiu tranquilamente... Também me fez pensar com mais carinho sobre mim, sobre meus gostos... Forçou um pouco minhas memória em 2 questões; e também me forçou um pouco a me definir em palavras e me enquadrar em padrões conhecidos... O que foi útil, de certa forma.

Bom se gostaram da TAG, corre lá conferir as respostas da Adrielle, são bem legais! Irei indicar para uma amiga minha a TAG, acho que ela vai gostar bastante de responder, então se puderem façam uma visita ao blog da +Stephanie de Brito Leal  , é uma fofura aquele lugar
E se gostaram da TAG, sintam-se indicados por mim a se divertirem com essa. Sem esquecer de mencionar de onde tiramos a TAG, ok? Ah, e me deixem saber se estão gostando das TAG's que tenho trazido aqui, tudo bem?


Formatura, ou não? Eis a questão!

22 abril 2016 8 comentários
Fotografias são saudades reveladas. — Eu me chamo Antônio
Hoje vou desabafar sobre algo que não sai da minha cabeça a semanas: Formatura. A minha está sendo planejada para 2018, eu sou uma das que mais agita esse assunto, que discute, que pede para ir atrás de empresa, pergunta sobre como andam as negociações... Mas essa semana eu parei para pensar se eu quero mesmo fazer a formatura. E eu não achei quase nenhum motivo. Ok, se fizermos com a empresa B2 vai ser foda, vai ser A festa, sem dúvidas... Mas eu quero tanto assim? A ponto de gastar mais de R$4000,00 nisso? Por 2 noites?

O que mais pesa é que eu já vi esse filme antes, me formei na 8ª série com uma turma que eu não gostava (claro que eu tinha meus amigos, gostava de uns 5 dali, mas a grande maioria, não...) e eu vi exatamente no que deu. Sim, agora é faculdade, 5 anos cursando Psicologia, tenho mais é que comemorar mesmo... Ok, mas será que eu vou estar tão afim de comemorar assim? Não é nem só pelo dinheiro, mas eu não consigo imaginar o que vai ser essa noite de formatura; e eu posso duramente me arrepender.

Meus pais são contra eu abrir mão, mas eles são contra quase tudo o que eu decido fazer... Depois eles gostam. E outra, eles acham muito importante qualquer marco de fase, seja festa de 15 anos, seja formaturas...

Tenho no máximo até dia 30 para decidir se faço ou se saio do barco antes dos boletos começarem a rolar. Mas fazer o quê? Quem manda eu não ser tão facinha para convivência e nem gostar de todo mundo? 
Até a decisão final eu vou continuar angustiada, me conheço... E essa angustia me levou a conversar a esse respeito com as meninas que sou mais próxima lá na sala; e elas quase me agrediram, pois é... Disseram que é uma chance única, que eu posso muito bem tacar o foda-se para quem eu não gosto e nem quero ver a cara; que a festa é grande e dá para se divertir sem olhar apra esse povo; que eu vou beber sim (para quem não sabe, eu não bebo...). Enfim, disseram muito, e tudo coisas desse tipo; o que não ajudou muito, mas não atrapalhou, só me deixou mais em dúvida...

Vou ter muito que imaginar as prioridades da minha vida durante os próximos 3 anos, porque por mais que se parcele em 24 vezes, ainda são mais de R$4000,00. Nesse montante eu estou incluindo baile, álbum, vestido e cabeleireiro. Cabeleireiro principalmente, pois pedi para que nessa noite (se eu optar por fazer) que minha mãe me leve no salão do Celso Kamura. Não me perguntem o porquê, eu só quero mesmo, sem nenhum motivo nobre.

A noite tem TUDO para ser inesquecível, tem. Mas também posso não querer fazer nada na festa, e terei pago tudo atoa.

Mas chega de drama, me digam vocês; já fizeram formatura, formatura de faculdade? Como foi? Já foram convidados em alguma? Gostaram? Quero saber a opinião de vocês, pois a minha está uma confusão total.

Um casal em Emergência! Fogo ou Gelo?

19 abril 2016 1 Comentário
Todos perdemos tempo e vida enquanto deveríamos procurar fazer mais. O que não daríamos por apenas mais um dia quando o fim chega?
Hoje vim falar de um dorama que assisti ano passado, mas ainda não tinha tido real tempo para falar sobre ele. Sim, com doramas, eu costumo demorar, mesmo que eu tenha amado. Tenho mais de 20 para resenhar, e não vejo como... Mas vamos aos poucos...
O dorama de hoje é atípico por 2 motivos:
1) se passa, praticamente, o tempo inteiro em uma Emergência.
2) o tema principal é o divórcio, e isso não é muito abordado como tema dos doramas sul coreanos, pelo que posso perceber. E ainda dentro desse motivo, eu adoro esse tema, eu acho que é um tema muito fértil e há muitas coisas a se explorar sobre esse tipo de situação das relações humanas.

Emergency Couple conta a história dramática do casamento, divórcio e pós-divórcio de Song Ji Hyo (Oh Jin Hee) e Choi Jin Hyuk (Oh Chang Min). Eles se conhecem na faculdade, se apaixonam e largam tudo para se casar, sem o apoio da família. Aliás a família de Jin Hyuk é bem exigente para noras e é composta por médicos. O casamento é um caos, e o divórcio se torna um processo árduo e que deixa muitas cicatrizes, mas também muitos assuntos pendentes, que ficam sendo ignorados; até que a vida resolve brincar com eles e eles caem no mesmo grupo de residência na Emergência. 


Depois do divórcio eles nunca mais se falaram, e nem tinham como evitar o encontro cômico no primeiro dia na Emergência. Tudo só melhora com a equipe na qual eles tem que trabalhar juntos, sem que saibam que foram casados, ou que se conhecem; e o chefe deles, uma pessoa extremamente amável, aberta... Só que não!



Na Emergência não é só a vida dos pacientes que está em jogo, mas a carreira, os sonhos, as vidas dos residentes. Principalmente a de Ji Hyo, que após o divórcio encontra na Medicina uma chance de se encontrar, de viver. Ela tem motivos mais do que suficientes, e significativo para persistir nesse desafio. Mas não pensei que Jin Hyuk irá facilitar. Aliás, prepare-se para odiá-lo em certos momentos, e amá-lo em outros...


Sobre os personagens secundários e romances... Bom, a partir do 3º epsódio você começa a shippar geral da história haha É triângulo amoroso que surge, ai vira quarteto... Você não sabe se torce pelos iguais, ou pelo caos... E tem o casal mais fofo dos secundários, que é são os dois abaixo. Pena que eles não tiveram muito foco no drama, pois ele era muito fofo tentando se declarar para ela. 
 

Ele também teve sérios problemas quanto a continuar ou não na residência, passou por uma situação que colocou em cheque sua confiança e criou um conflito interno sobre se aquele seria mesmo o seu destino. É triste pensar que muita gente passa com isso, e em alguns casos, essa pessoa leva uma vida inteira para perceber que aquilo não é o que ela quer e nem ao que ela está apta.


O dorama traz também com muita força o tema família. Mostra algumas configurações de família, e os modos como cada uma se organiza, e quais seus princípios. Mas o que me fez babar e cair de amores foi o pequeno que caiu de paraquedas com o pai (que por acaso, é uma graça também. É muito carinhoso e preocupado com a mulher, além de ser gentil e amigo) na família da Ji Hyo. Aquela mesma mulher que imaginava filhos, era divorciada, agora se via com um sobrinho. Para você ter ideia da fofura desse gurizinho, ele ganha até um dia do Jin Hyuk. Conseguem imaginar o Jin Hyuk cuidando dessa gracinha? Eu morri de amores... 
Romance é o que não falta nesse dorama... É amor antigo, paixão nova! Imagina lidar com todos esses sentimentos e relações, enquanto se está em residência na Emergência? Tudo isso gera mil conflitos e muitas cenas cômicas e de ciúmes. Os personagens vão se descobrindo e reinventando a cada episódio e dificuldade passada. É notável o crescimento dos personagens.
 

 

Ah e não se preocupe quanto a shippar errado. Nesse dorama não existe isso! Pois os personagens tentam se relacionar entre si, das mais diversas formas. Eles tentam contato com quase todos. Claro que tem os 3 casais que mais chamam a atenção e que tem mais cenas os envolvendo, mas deu pra agradar a todos os públicos quanto a isso, creio eu.
 
 
 

Agora sobre a OST, o que tenho a declarar é que são músicas encantadoras e suaves; para combinar bem com o clima de caos que é o dorama! Não tem uma música que eu não tenha gostado, inclusive das instrumentais. Todas as músicas usadas casaram bem com os personagens e cenas; e ainda se combinaram entre si.
Essa foi a resenha de hoje. Gostaram? Já assistiram esse dorama? Conte-me o que achou dele, vou adorar saber sua opinião! E se tiver alguma dica de dorama para me indicar, não se acanhe... Você e suas dicas são muito bem vindos (as)!

Título: Emergency Couple
Gênero: Comédia, Romance
Episódios: 21
Emissora: tvN
Exibição: 24 de Janeiro de 2015 - 5 de Abril de 2015
Classificação:



TAG: Amo/Odeio

17 abril 2016 3 comentários
Porque o amor cara, amor é pra aqueles que aguentam sobrecarga psíquica. — Charles Bukowski.
Hoje trouxe mais uma TAG no Seja Frugal. Espero que gostem, pois eu adorei responder essa, também! Fez com que eu me recordasse das coisas que me deixam em paz, das coisas que me tiram do sério... Praticamente pensei em algumas das minhas prioridades, e isso é um bom sinal.

Vi essa TAG no blog da Neuza Alexan: Azuenture. Gostei das respostas dela, são bem concisas, e tentarei ser um pouco mais assim, pois como todos sabem, eu enrolo bastante haha. Vamos a TAG, que se divide em duas partes:

10 coisas que amo:
  1. queijo
  2. chocolate
  3. tomar café da manhã com a minha família
  4. doramas coreanos
  5. viajar
  6. estar atarefada com coisas que eu gosto
  7. filé de frango
  8. estudar (desde de idiomas e cursos aleatórios, até cursos universitários)
  9. navegar pela internet (sim, eu falo "navegar", me julguem!)
  10. filmes/séries

10 coisas que odeio
  1. perder tempo desnecessariamente
  2. mentiras
  3. subestimação
  4. faltar com a palavra
  5. ficar me apressando
  6. alguém que veste o papel de vítima
  7. pessoas que se acham
  8. qualquer tipo de traição, em qualquer tipo de relacionamento
  9. repolho (odeio mesmo, mais do que odeio tudo isso acima...)
  10. quem se aproveita da fraqueza alheia (principalmente quando não é por uma causa nobre)

Essa foi a TAG, o que acharam? Bem legal, não? Esse tipo de TAG faz com que se pense em tudo que você já viveu, viu, presenciou... Foi bem mais fácil fazer a lista das coisas que odeio, confesso! Deixe-me saber o que você achou dessa TAG, aqui nos comentários, por favor!

Agora, se você se interessou, por que não fazer também? As únicas regras são: colocar o logotipo da TAG que está no post, e se divertir. Combinado? 

Sr. Destino não me recuses!

13 abril 2016 1 Comentário
Esqueça as fronteiras: amar nunca foi um país.—  Eu me chamo Antônio.
Eu vim pegar o Sr.! Não recuse e nem recue!
Abra a porta, ou eu pularei a janela. Posso cair em cima do sofá, quem sabe... Sua janela é sem grades, como as minhas; um tentaram colocar em meu quarto, mas eu os impedi; onde já se viu? As janelas são minhas, e não dos outros, pois deixe que olhem e se inspirem, não faço caso, sou quase transparente, quem há de me reconhecer?

Mas pelas suas janelas eu reconheci o Sr. Oh meu Sr. porque demoraste tanto a voltar para o lar? Não sabes que odeio esperar muito? Embora saiba que seja preciso; e que certas esperas são o charme a mais em qualquer relação humana, não fui adestrada para tal dom.

Sei que no fundo sentiu a minha falta. Não que eu me lembre perfeitamente do Sr., mas tenho um bocado de sextos sentidos jogados na minha bolsa; e minha Intuição me sussurra que somos parceiros de longa data, daqueles que nem a vida, ou a morte, há de interromper o contato. Pois se eu não te achasse, o Sr. me acharia; sabemos bem o quanto é bom nisso. Mas não espalhe muito não; não quero perder-te. Não sei lidar com lutos, muito menos os prolongados; os repentinos e fugazes já me tiram a paz da alma. 

Imagine o quanto as criaturas ficariam loucas em saber do seu time perfeito, do seu ritmo inconstantemente belo e sedutor de todos os tempos? Eu morreria de ansiedade e assombrada pelo medo do abandono. Não ouses! Tu que me atentaste a seguir-te, agora suporte suas decisões, que em sã consciência, são puramente minhas. Pois de certo, és meu; esse fato é inquestionavelmente, meu caro. Posso perder a leveza, mas não ei de perder-te de vista, não até a próxima viagem.

Sobre leveza e delicadeza, bem sabemos que não sou nota A em nenhum desses critérios. Mas ainda assim me tomam como tal. Já você Sr. me conhece do avesso, e sabe onde me escondo quando não quero ver o mundo; ele me irrita, ás vezes. O Sr. também me deixa louca quando desaparece sem deixar vestígios, como se tudo fosse coisa da minha judiada imaginação...

Peço que não tenhas pressa! Não que eu seja calma, ou viva com uma tranquilidade invejável; só não acho justo tumultuar ainda mais nosso passeio. Passeio sem destino concreto, adianto logo. Para que final, se o que me agrade é o caminho?
 

Naomi e Ely e a lista do não beijo!

10 abril 2016 4 comentários
"É besteira pensar em amizade e romance como coisas diferentes. Não são! São apenas variações do mesmo. Variações do mesmo desejo de estar perto. E como qualquer amor é difícil, incrível, traiçoeiro, emocionante, confuso e precioso. É uma mentira total dizer que existe só uma pessoa especial, com quem você vai ficar pro resto da sua vida. Se você tiver sorte, e se você se esforçar muito, sempre vai ter mais de uma!"               Naomi (Naomi e Ely e a lista do Não Beijo)
No mês passado eu tive a chance de assistir Naomi e Ely e a lista do não beijo. Eu estava ansiando por meses para ter essa oportunidade, pois li dezenas de resenhas sobre esse filme e fiquei curiosa, e como não tenho Netflix, eu estava desesperançosa de que conseguiria. Mas como minha linda amiga do coração me emprestou momentaneamente a senha dela para que eu visse como era o Netflix, pois pretendo assinar até Junho,, eu pude assistir.
Superou minha expectativas, pois tinha tudo para ser meramente clichê, porém os personagens foram bem construídos no intuito de focar nas emoções deles, e não somente nas fases de transição da adolescência e do caos que é encarar a vida pós Escola. Cada personagem se mostra para nós como o é, e isso nos cativa. Pois até mesmo aquele personagem mais sem noção se encaixa na realidade da Naomi, ou do Ely.
Eu morri de amores pela história, pelo filme em si, pelos personagens talentosos e lindos... Pretendo comprar o livro, porque sim, existe um livro muito fofo, do qual vou deixar uma foto ilustrativa abaixo.
E também assistirei novamente, e caso seja possível, darei um jeito de comprar em DVD; pois é o tipo de vida que me cativou, me fez pensar sobre questões muito sérias, que vão desde o primeiro emprego, amadurecimento, lidar com família, socializar com pessoas muito diferentes de você, até como  manter nossas amizades (pois sou péssima nisso, e não é que eu não queira, é só que eu não sei fazer isso direito, mas vivo tentando...), conseguir o primeiro emprego, decidir o que fazer da vida, fazer ou não faculdade, sobre a primeira vez (seja sobre sexo ou  sobre questão de confiança)...
É um filme bem rico, bem intenso, se você não se cegar só pela parte superficial e dramática do relacionamento entre Naomi e Ely. Sim, eu sei que a relação é linda, invejável, locona; mas não é só sobre isso, é sobre o que abala essa relação, e o que interfere nela.
Agora sobre os personagens, irei me ater aos amigos, os protagonistas, e merecedores de toda a nossa atenção! Confesso que saber que a Victoria Justice (esse é o site oficial da linda) era quem interpretava a linda Naomi, me deixou mais curiosa ainda; pois adoro o trabalho dela, desde que eu via Zoe 101 (não me julguem...). Já sobre o Ely, o ator Pierson Fodé (sobrenome estranho, mas ok) é extremamente lindo como Ely, tem potencial para ser um crush platônico haha.
É o tipo de filme que tem mensagens muito importantes e que fazem a diferença! Você só tem que abrir a mente para vê-lo com o potencial que ele tem. 
Assim que eu conseguir ler o livro, trarei a resenha dele, e compararei com o filme, prometo! Ainda esse ano, é o que espero, para conseguir comprar, já que são tantos na minha WishList... Ando precisando atualizar ela, aliás... Mas isso é papo para outro post galera!
Diga-me, você já assistiu Naomi e Ely, gostou? O que achou? O que mais te encantou, ou o que mais detestou, no filme? Indicaria para alguém? Eu indico!

 Título: Como ter uma vida normal, sendo louca. 
Gênero: Comédia, Romance
Duração: 1h29
Ano: 2015 
Nacionalidade: EUA
Classificação: 

 
Desenvolvido por Michelly Melo.